FOGO NA REDE - Por: Diego Mesquita

Sacramentada a saída de Alberto Valentim, o Cômite Executivo de Futebol do Botafogo já começa a trabalhar nomes para assumir o comando técnico do Clube. A exemplo das contratações para temporada, o perfil do técnico não deve fugir do adotado em 2020, isto é, aposta com bom custo benefício.

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Em grave crise financeira, o Botafogo já estipulou um teto para contratações até que o Clube, de fato, vire empresa e disponha de um poder aquisitivo maior para tocar o futebol. Até lá, o máximo disponível para reforços — incluindo técnico — é aproximadamente R$ 200 mil mensais. Aliás, Honda, a maior contratação do ano do Clube, ganha dentro deste valor.

Por isso, nomes como Roger Machado, Fábio Carille e Cuca, por exemplo, são improváveis no Botafogo. Todos têm vencimentos superiores ao que o Clube está disposto a investir no momento.

Com esta limitação orçamentária, não estão descartados técnicos sul-americanos. Certo, por ora, é que a gestão vai investir em uma aposta. Esta, inclusive, foi a tônica do grupo Mais Botafogo desde o primeiro mandato.

O auxiliar Bruno Lazaroni será o responsável pelo comando técnico até a escolha do próximo treinador alvinegro. Lazaroni, inclusive, já dirige a atividade desta segunda, às 16h, no Nilton Santos. O treino será fechado à imprensa.

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