(Foto: Rubens Chiri / São Paulo)

Na berlinda? Jardine admite pressão no São Paulo

Derrotado por 2 a 0 pelo Talleres na partida de ida da segunda fase da Libertadores, o São Paulo está pressionado. Quem garante isso é o funcionário do clube que tem sentido mais pressão nos últimos dias: André Jardine, treinador da equipe.

O comandante são paulino vem sendo questionado desde o fim do ano passado, quando não conseguiu levar a equipe de maneira direta à fase de grupos da Libertadores. Após um bom início com duas goleadas no Paulistão, Jardine voltou a sofrer derrotas, já são três seguidas, e a principal delas na quarta-feira (6), em Córdoba, para o Talleres.

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“Quarta-feira é um jogo decisivo para o São Paulo para as pretensões que todos têm. A Libertadores é uma grande prioridade do clube, do grupo, da direção, meu, da torcida. Quarta-feira é o dia da gente se mobilizar e entregar tudo o que pode entregar neste momento”, disse Jardine em coletiva após o confronto.

A equipe sofreu pouco no primeiro tempo e terminou no campo de ataque, arriscando jogadas pelo lado direito. Porém, no segundo tempo, a equipe voltou em ritmo parecido com o que foi na derrota para o Santos, no Pacaembu, pela 3ª rodada do Paulistão.

Pelas más atuações do São Paulo, o treinador admitiu que se sente pressionado.

“Time grande é pressão sempre. Não existe um dia sequer que a gente não se pressione para fazer o melhor, buscar os resultados. Sinceramente, a gente convive com pressão, principalmente a interna nossa, que a gente entende ser capaz de entregar ao clube.”

A partida de volta será na próxima quarta-feira (13), no Morumbi, às 21h30. O Tricolor precisa de uma vitória por três gols de diferença para se classificar à próxima fase. Uma vitória por 2 a 0 leva a decisão para os pênaltis.

Lance

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