(Foto: Vitor Silva / Botafogo)

Para não ficar a ver navios, Botafogo vai atrás de Barcos

Em busca de um camisa 9 de peso, a diretoria do Botafogo negocia a contratação do atacante argentino Barcos, atualmente no Cruzeiro. O jogador, que está com 34 anos, não deverá ter chances esta temporada no time mineiro e tenta a rescisão amigável do seu contrato. Desejo antigo dos alvinegros, o Pirata gostaria de continuar no Brasil, onde já fez sucesso com as camisas de Palmeiras e Grêmio. No entanto, em entrevista ao site 'Superesportes', o empresário David Barcos, irmão do jogador, confirmou que existem outros interessados.

"Não há nada concreto, mas existem sondagens. Estamos conversando com diferentes clubes, analisando as opções, mas não tem nada certo. Não temos nada definido ainda", afirmou.

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Depois de confirmar o retorno do atacante Erik, por empréstimo até o final desta temporada, o Botafogo demonstra agora interesse em outro jogador do Palmeiras: o apoiador Hyoran. Por enquanto, apenas o representante do atleta foi acionado, mas, como Hyoran não deverá ter oportunidades no time principal de Luiz Felipe Scolari, a direção alvinegra aguarda o aval dos paulistas para iniciar a negociação.

Hyoran, cabe destacar, tem contrato com o atual campeão brasileiro até dezembro de 2020 e, ao todo, realizou 37 jogos, marcando cinco gols pelo Palmeiras. Aos 25 anos, o meia chamou a atenção após boas atuações com a camisa da Chapecoense, onde jogou de 2013 a 2016. A expectativa é de que o negócio avance.

ZÉ RICARDO MANTERÁ O TIME-BASE

Apesar de ter contratado seis caras novas para a temporada (o zagueiro Gabriel, os volantes Alan Santos e Alex Santana, o apoiador Gustavo Ferrareis, o atacante Alessandro e o goleiro Diego Cavalieri), o Botafogo não deverá utilizá-los na estreia no Carioca, domingo, contra a Cabofriense.

Segundo o técnico Zé Ricardo, que ainda terá à disposição os atacantes Leandro Carvalho — retornou de empréstimo do Ceará — e Erik — liberado pelo Palmeiras —, manter a base que encerrou a temporada passada minimiza as chances de um tropeço.

"Nossa ideia inicial é que a gente comece o ano com a base que terminou (o Brasileiro). É mais fácil para atingir um certo nível de entrosamento", afirmou.

ODia

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