(Foto: Reprodução da Internet)

NA SURDINA! Atlético-MG fez mercado pouco badalado, mas muito competente

Ao pensarmos nas grandes estrelas que movimentaram o mercado de transferências até aqui, dia 15 de janeiro, lembramos de Hernanes (​São Paulo), Ricardo Goulart (​Palmeiras), Gabigol e Arrascaeta (​Flamengo). No geral, estes três clubes têm sido apontados, por grande parte da opinião pública, como os que fizeram as melhores investidas na janela, como um todo. É fato que os citados merecem louros pelos reforços trazidos e certamente serão altamente competitivos em 2019, mas outro gigante da Série A também merece destaque pelo mercado que fez até o momento: ​o Atlético-MG.

​​Com investimento bem menor em relação a Palmeiras, Flamengo e São Paulo, o clube mineiro foi cirúrgico em suas negociações. Primeiramente, pescou uma bela promessa para a lateral, posição que costuma ser desafiadora nas janelas para clubes brasileiros: Guga. O jogador de 20 anos foi um dos destaques da Série B em 2018 pelo Avaí e tem enorme potencial de desenvolvimento. Se bem aproveitado, é garantia futura de retorno financeiro.

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Em seguida, reforçou o corpo de zagueiros do elenco com equilíbrio. Um nome renomado, ídolo histórico e de grande experiência em ​Copa Libertadores, junto a um jovem zagueiro que vem sendo um dos melhores do país nas duas últimas temporadas. Respectivamente, Réver e Igor Rabello. Com o ex-Botafogo, a cúpula atleticana balanceou a média de idade do setor, mas o movimento de repatriar Réver se provou correto pela aposentadoria programada de Leonardo Silva após o encerramento do Campeonato Mineiro. Perde-se um ídolo, mas outro estará a postos para assumir a responsabilidade.

O setor de meio-campo também contou com aquisições muito interessantes. Jair, volante promissor que se destacou pelo Sport em 2018, de boa pegada na marcação e força na chegada ao ataque, rumou à Cidade do Galo com contrato longo até 2022. Vinícius, que duplou em alto nível com Zé Rafael no Bahia, veio sem custos ao clube mineiro. Jogadores de 24 e 27 anos, respectivamente, no meio-termo entre a experiência/rodagem fundamentais para a Libertadores, mas sem envelhecer o setor.

Por fim, o ataque. Este talvez seja o setor que ainda precise de ajustes e um reforço pontual, alguém que faça sombra ao veterano centroavante Ricardo Oliveira. Para o lado o campo, o Atlético acertou com o rápido Maicon Bolt, revelado pelo Fluminense. Por estar longe do futebol brasileiro desde 2010, pode demorar a se readaptar ao ritmo local, mas certamente agregará explosão, velocidade e agudez ao setor. Diferente da maioria dos atacantes 'velocistas', o ex-Flu tem bom poder de finalização.

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