(Foto: Ivan Storti / Santos)

Bryan Ruiz se coloca à disposição de Cuca para substituir Pituca no Santos

O meia Bryan Ruiz se colocou à disposição de Cuca para atuar como segundo volante do Santos na partida da próxima segunda-feira, contra a Chapecoense, no Pacaembu, pelo Brasileirão. O costa-riquenho tem entrado com mais frequência durante os jogos do Peixe e quer aproveitar a suspensão de Diego Pituca para conseguir uma vaga no time titular.

- Pituca é um dos jogadores que tem mais constância no time. Vai ser muito difícil fazer o que o Pituca faz. Se o Cuca precisar que eu jogue ali, eu posso jogar. Claro que meu forte não é a marcação, mas se o professor precisar que eu jogue por ali, eu posso jogar sim - disse o meia, que prefere atuar como armador.

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Contratado para ser o camisa 10 do Santos na temporada, Bryan por vezes entrou no time para atuar mais aberto no meio-campo, sem fazer necessariamente a função de armador da equipe. A mudança no posicionamento chegou a ser tema de uma pequena rixa entre Cuca e o presidente José Carlos Peres. O mandatário disse que o camisa 22 atuava fora de posição. O treinador não gostou.

- Não soube disso. Não posso opinar de coisas que não sei, se aconteceu algo entre o presidente e o Cuca, é entre eles. Jogo na posição que o técnico acha que é melhor para o time, se precisa jogar de goleiro e for o melhor para o time, eu jogo - completou Bryan.

Confira outros pontos da entrevista coletiva de Bryan Ruiz

Autocrítica
Uma autocrítica? Cheguei em um momento que o campeonato estava avançado. E meus amigos estavam melhores do que eu. E eu tive que recuperar um pouco do ritmo e do físico. Entrei poucos minutos, não me ajudam muito a aprimorar.

Evolução
Acho que os minutos que tenho jogado têm sido melhores. Joguei 60 minutos um jogo e 80 outro. Isso dá ritmo, e isso ajuda muito também. Me sinto bem. É um novo país, tenho que estar adaptado. Me instalei na cidade, já estou mais tranquilo. Agora é pensar na Libertadores, estamos todos focados e podemos classificar.

Pressão para ser o camisa 10 Não senti a pressão, senti a pressão de um jogador novo, que entra na parte defensiva. Mas senti vontade de jogar, colaborar com os colegas. O time está em uma situação em que mudou o treinador e outras coisas. Estivemos 17º e não é normal. (Chegou Cuca), um novo treinador, e ele passou a utilizar quem pouco era utilizado.

Conteúdo publicado originalmente no site www.Lance.com.br

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