(Foto: Reprodução da Internet)

Renato só quer entrar em ação como dirigente a partir de 2019

Renato foi nomeado executivo de futebol do Santos em 18 de setembro, para suprir a saída de Ricardo Gomes. O volante de 39 anos terminará sua carreira ao fim da atual temporada, quando, enfim, caíra de cabeça na função de dirigente. Por enquanto, apesar do momento político efervescente no clube, o ídolo santista ainda prefere a discrição.

“Essa parte fica para dezembro, ainda tenho contrato até 31 de dezembro, estou trabalhando bastante para ajudar a equipe em campo. Essa parte deixa para depois”, desconversou Renato, durante evento de lançamento do terceiro uniforme do Peixe.

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O clima conturbado entre a própria cúpula e também na relação do presidente José Carlos Peres com o técnico Cuca são problemas que aguardam por Renato, que apesar de já participar indiretamente dos temas, só espera tomar partido em 2019.

“Conversa, diálogo, tem que existir. Isso, em dezembro, a gente vai sentar e conversar. Em dezembro espero que tudo seja resolvido”, avisou.

No trabalho de Renato a partir de janeiro, além dessa árdua missão em conciliar as divergências internas, estará a busca por reforços. E o veterano admitiu que uma reposição no mercado para sua posição já é certo que o Santos precisará.

“Todo e qualquer jogador que sair tem que repor, não é só no Santos, isso é assim nos outros clubes também. Em dezembro eu me aposento, a (camisa) oito continua, não vai parar, mas, com certeza haverá uma reposição para ela”, concluiu.

Conteúdo publicado originalmente no site www.GazetaEsportiva.com

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