(Foto: Reprodução da Internet)

Ministério Público indica falso testemunho e dá razão a Paolo Guerrero

José Llanos Chipana, membro do Ministério Público peruano, denunciou junto ao Poder Judicial o representante legal do Swissotel, hotel que o atacante Paolo Guerrero teria sido "contaminado" durante as Eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia.

O representante do hotel teria mentido sobre os ambientes utilizados pelos jogadores da seleção peruana para receber visitas nos dias que antecederam a viagem a Buenos Aires para jogar contra a Argentina.

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Paolo Guerrero teria sido contaminado com benzoilecgonina (principal metabólico da cocaína) ao beber um chá que, de acordo com o atacante, foi dado por um rapaz que estava no hotel. Depois disso, o peruano teve um resultado adverso no antidoping que acabou lhe custando uma punição de 14 meses sem pisar nos gramados (até abril de 2019).

No dia 10 de julho, Guerrero apresentou uma queixa pelos crimes de violação do sigilo profissional e falsidade genérica. O atacante alegou que o Swissotel apresentou informações confidenciais e falsas à Agência Mundial Antidoping (WADA).

De acordo com ele, essas informações foram relevantes na extensão de sua punição.
Após a investigação, o juiz da Primeira Criminal Provincial Procuradoria de San Isidro formalizou uma denúncia criminal para violações contra a fé pública, na forma de falsidade genérica.

O hotel indicou que o local que os jogadores peruanos ficaram era público, qualquer um poderia entrar. Porém, testemunhas indicaram que para entrar no ambiente era necessária uma autorização prévia e passar por uma equipe que estava encarregada de barrar desconhecidos.

Conteúdo publicado originalmente no site UOL Esporte

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