(Foto: Reprodução da Internet)

Baixo aproveitamento praticamente inviabiliza permanência de atacante no Beira-Rio

No último domingo, Wellington Silva voltou a aparecer no time do ​Inter, entrando nos instantes finais do duelo contra o São Paulo. Atrapalhado por uma série de lesões ao longo da temporada, ele vinha de quase três meses de inatividade. Pois é justamente esta falta de aproveitamento que dificulta uma eventual permanência para o próximo ano.

Convicção do então executivo de futebol Jorge Macedo, o jogador foi contratado por empréstimo junto ao Fluminense no início de 2018. Até aqui, no entanto, disputou apenas dez partidas, ficando míseros 208 minutos em campo, e marcou somente um gol. Embora o Colorado garanta que evitará reformulações drásticas para 2019, atletas com pouco aproveitamento e que necessitam de uma renegociação de contrato dificilmente seguirão no Beira-Rio.

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Wellington Silva possui vínculo por empréstimo somente até o final de dezembro. A princípio, se o Inter desejar contar com seu futebol, existem dois caminhos a seguir. O primeiro seria exercer a cláusula de compra prevista no acordo com o Tricolor carioca, com quem o atleta possui compromisso por mais um ano e meio.

A segunda alternativa passaria por tentar um novo repasse. A princípio, nenhuma delas é tratada como viável neste momento. Mesmo que ele venha de bons rendimentos nos treinos e possa ganhar mais oportunidades do técnico Odair Hellmann nos nove jogos restantes, o regresso de Rossi é um fator que acirra a disputa. Ambos possuem características semelhantes, mesmo que atuem por lados diferentes.

Nesta segunda-feira, o time recebe o Santos, no estádio Beira-Rio, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Conteúdo publicado originalmente no site 90min

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