Edilson, do Cruzeiro, quer manter sequência de títulos consecutivos

(Foto: Reprodução da Internet)

Quando foi contratado em janeiro para fazer parte do plantel do Cruzeiro, o lateral direito Edilson sabia que nos momentos mais importantes da temporada teria a chance de e lutar por títulos que poderia marcar o seu nome na história do Cruzeiro.

Após ser campeão mineiro e chegar às quartas de final da Libertadores, o jogador tem a chance de não deixar a Raposa morrer na praia com uma possível conquista da Copa do Brasil contra o Corinthians. Edilson comentou a possibilidade de erguer outro troféu pela Raposa e elogia o elenco azul, que vê muito forte para a decisão.

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- Estou feliz por disputar meu primeiro título nacional com essa camisa. Já tive a oportunidade de conquistar o Campeonato Mineiro nesse ano e agora temos a chance de ser hexacampeão da Copa do Brasil pelo Clube. A diretoria montou um grande plantel e a torcida tem feito o seu papel no estádio, agora cabe a nós nos doarmos em campo por esse tão sonhado título, disse.

Edilson está acostumado com grande jogos e poderá essencial para tranquilizar o time caso seja preciso. Ele já venceu o Campeonato Brasileiro em 2015 pelo Corinthians, a Copa do Brasil em 2016 e a Libertadores em 2017 pelo Grêmio, tendo a chance de manter a sequência de triunfos e atribui o fato às grandes escolhas que fez na carreira tão vitoriosa.

- Trabalho sempre com esse objetivo, mas o algo a mais nessa questão foram as escolhas que fiz na carreira. Assim como nas equipes anteriores, escolhi vir para o Cruzeiro pelo projeto ambicioso de conquistar grandes títulos e ficar marcado na história do clube para sempre.

Duelo com Fagner

Edilson conhece bem as armas corintianas principalmente na sua posição, a lateral-direita. No lado do Timão, Edilson terá pela frente, o ex-companheiro de clube, Fagner, que por muitas vezes disputaram a posição jogando com a camisa do Corinthians. Edilson confirma que a fase ao lado de Fagner foi importante para manter o alto nível de apresentações e proporcionou que os dois fossem vitoriosos, cada um jogando pela sua equipe.

- Tenho certeza de que termos sido do mesmo time, disputando posição, fez com que evoluíssemos. Um puxava o outro pra cima. Não podia diminuir a performance que o outro ficava com a vaga, finalizou.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance

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