Sem substituto: Ausência de titular escancara fragilidade no elenco do Galo

(Foto: Reprodução da Internet)

Para a lamentação do torcedor atleticano, um "padrão" vem se confirmando à medida que Larghi dá maior minutagem aos nomes trazidos na janela de julho: ​poucos conseguem corresponder bem diante das oportunidades, reforçando a dependência da equipe em seus pilares já conhecidos, veteranos na Cidade do Galo.

​​Um desses casos é o jovem Denílson. Contratado para ser reserva imediato do experiente Ricardo Oliveira, o atacante ex-Vitória só havia somado 79 minutos de jogo antes do último final de semana, quando foi titular contra a Chapecoense. Sua exibição na Arena Condá, no entanto, foi muito decepcionante: apenas uma finalização certa, rendimento muito aquém do esperado pela comissão técnica.

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Como destaca o ​UOL Esportes, os termos da contratação de Denílson têm sido bastante questionados pelo torcedor alvinegro. O clube investiu um montante "baixo" para sacramentar sua chegada (R$ 1,32 milhões), mas ofereceu um contrato longo válido por cinco temporadas. Além disso, o Galo já tinha um atleta com características semelhantes no elenco: o jovem Alerrandro, revelado pelo clube e querido pelos atleticanos. Sem espaço, acabou retornando às categorias de base, em detrimento da chegada do reforço.

Perguntado sobre o tamanho da ausência de seu camisa 9 titular, que ainda se recupera de um problema na coxa direita, Thiago Larghi foi taxativo: "O Ricardo Oliveira faz falta, é um dos melhores do futebol brasileiro", cravou.

Evidência de que o Galo, apesar do grande investimento em seu sistema ofensivo, segue "refém" de uma só referência.

Conteúdo publicado originalmente no site 90min

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