Grêmio utiliza venda de Arthur para se adaptar à nova divisão de direitos da TV

(Foto: Reprodução da Internet)

Arthur foi negociado para o Barcelona por cerca de 33 milhões de euros (praticamente R$ 150 milhões) e deixou o ​Grêmio na metade da temporada. Do total, o clube embolsou cerca de 75%, e o restante será repassado de acordo com os chamados bônus previstos em contrato. Pois a quantia que já entrou ajudou o clube a quitar algumas dívidas já pensando na próxima temporada e na nova fórmula de divisão do dinheiro oriundo dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro.

A partir de 2019, 40% do “bolo” será dividido igualmente entre os clubes. O restante terá repasse de acordo com dois aspectos: 30% referente à performance dentro de campo e 30% pelo alcance nas plataformas de comunicação. Com isso, o fluxo de caixa acabará afetado, e a ideia da direção foi desonerar contas, acabando com dívidas que pesavam no orçamento, até botar a mão na parcela “variável”. Ao contrário do processo atual, a receita de TV não mais entrará nos cofres no início da temporada ou mensalmente. A fatia de desempenho será paga somente ao fim do Brasileirão, de acordo com a colocação da equipe.

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Segundo o ​Uol, o Grêmio crê que a mudança nas cotas pode gerar aumento entre 40% e 50% do total que, no momento, é arrecadado pelo Tricolor. Ou seja, se acredita que os atuais R$ 60 milhões/ano possam dar um salto justamente pela audiência gerada, adesão ao pay per view, e obviamente, por boas campanhas dentro das quatro linhas. Mas, como fez o clube, é melhor se prevenir.

Conteúdo publicado originalmente no site 90min

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