Grêmio se vê obrigado a cuidar mais do desgaste após mudanças no time

(Foto: Reprodução da Internet)



​O Grêmio campeão da Libertadores 2017 já não existe mais. Pelo menos não com a formação exata do time titular. Algumas mexidas importantes foram realizadas, o que inclusive elevou a média de idade. De 27,4 anos do time-base no torneio do ano passado para 29,3 anos do atual. Nomes como Léo Mora, Cícero e Maicon ajudam a entender tal aumento.

A consequência disso, num ano de calendário muito apertado, é prestar ainda mais atenção ao desgaste da temporada. Afinal de contas, o time ainda disputa três grandes competições em paralelo. Com isso, reduzir as cargas de treino virou ponto crucial para monitorar a dose. Em muitos momentos, a comissão técnica vem trocando as atividades no campo, com bola, por trabalhos mais leves. Sessões na academia, minutos de fisioterapia ou apenas exercícios aeróbicos no campo. Tal situação, inclusive, foi observada por Jael:

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"O Grêmio deve ter uns 45 jogos no ano já. Mesmo o Renato poupando, tem gente com mais de 30 jogos em seis meses. É desgastante, tem desgaste recorrente. É complicado", observou o jogador em entrevista publicada pelo site ​UOL Esporte.

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O próximo compromisso do Imortal é nesse domingo, na Arena, diante do Vitória, pela 18ª rodada do Brasileirão. A tendência inclusive é de que um ​time alternativo vá a campo.

Conteúdo publicado originalmente no site 90min

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