Paquetá é o segundo técnico com passagem mais curta no Botafogo

(Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)



A passagem de Marcos Paquetá pelo Botafogo durou apenas 36 dias, contando do dia do anúncio de sua contratação ao de sua demissão, que se deu na noite da última quarta-feira, logo após a derrota para o Nacional-PAR, em Assunção - em duelo válido pela partida de ida da segunda fase da Copa Sul-Americana.

Na Era Paquetá, foram apenas cinco jogos, com quatro derrotas e uma vitória, além de dois gols marcados e nove sofridos - um aproveitamento de 20%. E o técnico de 59 anos, assim, entra na indigesta lista dos cinco treinadores que menos comandaram o clube da Estrela Solitária na história.

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Marcos Paquetá, contratado durante a pausa para a Copa do Mundo para substituir Alberto Valentim, está na segunda posição da relação, junto a Dé Aranha, também com cinco jogos no currículo, e atrás de Mário Sérgio, que pediu o boné depois de apenas três partidas, todas com revés, em 2007.

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E o que parecia improvável aconteceu. No início do ano, a mesma diretoria havia apostado em Felipe Conceição para assumir o comando técnico, cujo cargo pertencia a Jair Ventura em 2017, mas o demitiu com apenas sete jogos. O mesmo erro quanto à dispensa precoce era algo que poucos apostavam ainda em 2018, marcado pela conquista do Carioca com Valentim - este que, diferente dos já citados, quis sair do Botafogo para assumir o Pyramids (Egito).

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Também cabe destacar que o Botafogo, que não era marcado por trocas constantes de treinadores ao longo das temporadas, não tinha quatro treinadores - o que ocorrerá em breve - em um só ano desde 2005. Na ocasião,
Paulo Bonamigo, Paulo César Gusmão (este com apenas nove partidas), Péricles Chamusca e Celso Roth foram os comandantes alvinegros.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!

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