Entenda por que o Palmeiras adotou posturas diferentes em negociações de Keno e Dudu

(Foto: Reprodução da Internet)

O Palmeiras faz jogo duro e disse "não" à proposta de 15 milhões de euros (R$ 67 milhões) do Shandong Luneng por Dudu. O clube já deixou claro que não quer vender o camisa 7, postura diferente da adotada em relação a Keno, negociado com o Pyramids, do Egito, por US$ 10 milhões (R$ 38 milhões). De acordo com o site ​UOL Esporte, dois fatores explicam a decisão da diretoria alviverde.

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No caso de Keno, não significa que o ​Palmeiras não se esforçou para manter o jogador. A diretoria avaliou que o valor oferecido pelo clube egípcio era um bom negócio para um atleta de 29 anos. Além disso, com a volta de Gustavo Scarpa, o técnico Roger Machado teria uma reposição no próprio elenco.

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Com Dudu, os dirigentes entendem que o meia-atacante está em um patamar acima do de Keno. Além de ser mais novo (26 anos), o camisa 7 tem uma identificação maior com o clube e a torcida. Além disso, quando o jogador renovou o contrato com o Alviverde, no início desta temporada, houve a promessa de que ele ficaria no Brasil pelo menos até o fim do ano.



A diretoria do Palmeiras conta com a palavra de Dudu e acredita na manutenção do meia até dezembro. No fim do ano, caso novas propostas cheguem e agradem o clube, os dirigentes podem estar mais dispostos a liberar o camisa 7.

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Conteúdo publicado originalmente no site 90min



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