Corinthians se prepara para campo 'fofo', e Carille minimiza desgaste

O Corinthians fez nesta quarta-feira seu primeiro e único treino na Venezuela para enfrentar o Deportivo Lara (VEN), na quinta-feira. Os jogadores realizaram apenas um rachão no Estádio Metropolitano de Lara, que tem um gramado "fofo", como alertou o técnico Fábio Carille.

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- É um campo mais fofo, com algumas falhas. A bola não rola como estamos acostumados no nosso estádio e na maioria dos estádios do Brasil. Mas a gente já tinha observado isso pelos vídeos, então já fomos preparando nossos jogadores para não jogar bonito toda hora - afirmou Carille, em entrevista coletiva após a atividade desta quarta-feira.

O treinador também minimizou a viagem de cerca de dez horas. A delegação corintiana embarcou em um voo fretado e chegou apenas na madrugada desta quarta-feira.



- Não me preocupa pelo jogo ser na quinta. Se o jogo fosse hoje (quarta), aí a gente tinha que vir na segunda, um dia a menos. Então, a gente vai chegar muito bem para o jogo - projetou Carille.

Durante a entrevista coletiva, Carille também comentou sobre o que espera do Deportivo Lara e de sua torcida na Venezuela. Veja abaixo:



Como espera o Lara?
As duas partidas, diferente do que foi na Arena, jogando na sua casa ele já subiu a marcação, marcou pressão. As equipes que vieram aqui sofreram, principalmente aquelas que tentaram sair jogando. Às vezes vai ser um jogo de ligação direta pela situação do campo, mas estamos muito preparados para fazer um grande jogo.

Qual a ideia de jogo do Corinthians, que repetirá a escalação?
Jogando principalmente com Pedrinho, Jadson e Rodrigo você tem que ter a bola para que chegue nesses jogadores de qualidade para que a gente possa criar. O jogo vai mostrar se a gente vai marcar mais em cima, na intermediária ou baixa, como chamamos dentro do nosso campo. O jogo vai mostrar, mas pelo que eles vêm trabalhando desde janeiro estão preparados para qualquer situação.



Preocupa a pressão da torcida?
É isso que a gente conversou muito na hora do almoço: se é uma torcida que vem e apoia, se é uma torcida que vem e fica cobrando. No caso da nossa, lá em São Paulo, ela vem e apoia o tempo todo. Essa é a única dúvida. Mas o mais importante é a gente estar muito concentrado naquilo que a gente tem que fazer independente da pressão que a gente vai encontrar aqui.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!

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