Gol 200: Timão atingirá marca se repetir goleada contra venezuelanos

(Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians)



O Corinthians precisa de pelo menos quatro gols na noite desta quarta-contra o Deportivo Lara (VEN) para atingir a marca de 200 na história da Copa Libertadores. A missão parece árdua, ainda mais porque o adversário iniciou a competição com vitória sobre o tradicional Independiente (ARG), mas é possível se levado em conta o retrospecto do Timão contra clubes venezuelanos na história da competição.

Nas outras 17 participações na Libertadores, o Corinthians só deparou com um clube venezuelano uma vez. Foi em 2012, ano em que conquistou seu único título. E massacrou o Deportivo Táchira por 6 a 0 no Pacaembu, no duelo como mandante. Número suficiente para ultrapassar a casa dos 200 nesta noite, na Arena.

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Curiosamente, o pontapé inicial do Corinthians para o título foi contra o mesmo Táchira e a estreia não foi muito promissora. Atuando em San Cristóbal, o Timão suou para arrancar um empate por 1 a 1. Ralf, que estará no banco nesta quarta, marcou o gol corintiano. Mas a partir dali tudo mudou. O Timão só seria vazado mais três vezes e se sagraria campeão invicto.

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O duelo de volta contra os venezuelanos marcou a goleada histórica e o resultado que renderia a marca nesta noite. O 6 a 0 abriu caminho para o mata-mata. Um dos gols foi anotado por Emerson Sheik, que voltou ao clube este ano e retornará ao time titular justamente contra o Deportivo Lara. Douglas, Liédson, Jorge Henrique, Paulinho e Danilo, fora do jogo desta noite, anotaram os outros tentos do time comandado pelo técnico Tite.

Apesar desse fator animador, os corintianos pregam total cautela para o duelo válido pela segunda rodada da fase de grupos e a liderança do grupo 7. O Lara é muito respeitado.

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- Libertadores não vai existir jogo fácil, independentemente do time, do lugar, é pedreira. A gente sabe da qualidade do time deles. Estamos preparados, nos preparamos para neutralizá-los, fazer um grande jogo e buscar os três pontos - alertou o zagueiro Henrique, que, no entanto, admitiu que a vitória é obrigatória na Arena.

- Jogando em casa, diante da nossa torcida, é obrigação, sim, com todo respeito ao adversário. Estamos cientes disso e vamos dar ao máximo - disse.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!

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