Publicada em 09/02/2018, às 08:57

Problema aéreo: jogadas de bola no alto seguem como ponto frágil do Atlético-MG

Dos quatro gols sofridos pelo Galo em 2018, três foram em jogadas de bola aérea

Jogadas de bola aérea são constantemente treinadas na Cidade do Galo (Foto: Bruno Cantini / Flickr do Atlético-MG)

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O Atlético-MG em 2018 vem sofrendo com alguns problemas em campo, que tem atrapalhado uma boa sequência de resultados do clube. A armação das jogadas tem deixado a desejar e alguns jogadores ainda não renderam tudo que se espera, mas o que pode ser a principal dificuldade do time vem sendo a mesma de quando Oswaldo de Oliveira assumiu o time em 2017: as jogadas pelo alto.

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Dos quatro gols sofridos pelo Galo em 2018, três foram após cruzamentos na área que o adversário ganhou no alto e conseguiu superar o goleiro Victor. Foram dois gols quase idênticos contra o Patrocinense, no empate por 2 a 2, pelo Campeonato Mineiro, e mais um contra o Atlético-AC, no 1 a 1 válido pela estreia na Copa do Brasil.

Em 2017, durante o Campeonato Brasileiro, o time chegou a sofrer sete gols de cabeça em um intervalo de quatro jogos. O Santos marcou três em uma só partida, enquanto Vasco, Atlético-GO e Bahia fizeram um em cada. Isso em jogos seguidos, todos sob o comando do técnico Oswaldo de Oliveira já.

O problema da temporada passada se repete. Os três gols sofridos pelo Galo foram bem semelhantes. Em todos o cruzamento sai do lado direito do ataque e vai na segunda trave, onde Samuel Xavier, que tem uma baixa estatura, não consegue competir pelo alto e acaba perdendo na disputa de cabeça.

E olha que jogadas de bola aérea são bastante treinadas na Cidade do Galo, mas a falta de entrosamento, além de erros técnicos, complicam o início do Atlético-MG, mesmo com tanto trabalho no quesito.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 18:38

Treino indica titulares do Galo poupados antes de jogo pela Copa do Brasil

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Neste domingo o Atlético-MG enfrenta o Tupi, às 17h, pela Campeonato Mineiro, em Juiz de Fora. Para o duelo válido pela oitava rodada do Estadual, o Galo deve jogar com uma equipe reserva, já que na próxima semana o clube tem compromisso pela terceira fase da Copa do Brasil, contra o Figueirense, em Florianópolis.



Pela atividade realizada nesta sexta-feira à tarde, na Cidade do Galo, o técnico interino Thiago Larghi optou por uma escalação alternativa. O time foi formado por Cleiton, Samuel Xavier, Iago Maidana, Matheus Mancini e Danilo; Arouca, Gustavo Blanco, Tomás Andrade e Cazares; Luan e Carlos.

Além do jogo de ida pela terceira fase da Copa do Brasil, a próxima semana tem outro importante compromisso para o Atlético, o clássico com o Cruzeiro, pelo Campeonato Mineiro.

Com 11 pontos conquistados no Estadual, o Galo tem situação bem encaminhada para se classificar às quartas de final do torneio. Por outro lado, o rival celeste tem 19 pontos, que praticamente tira a equipe alvinegra da disputa pelo primeiro lugar, que dá vantagens nas etapas seguintes da competição.




O Atlético ainda faz mais um treino antes de enfrentar o Tupi. No entanto, como é costume na Cidade do Galo, a atividade vai acontecer sem a presença da imprensa.

Conteúdo publicado originalmente no site UOL Esporte