Publicada em 09/02/2018, às 11:07

Hudson substitui Petros em treino do São Paulo, e Dorival tem papo com Cueva

Suspenso diante do CSA, capitão da equipe sente mal-estar e desfalca atividade

(Foto: Érico Leonan/saopaulofc.net)

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Dorival Júnior fez uma mudança na equipe do São Paulo no treino desta sexta-feira, no CT da Barra Funda. Em relação ao time que bateu o Bragantino, o comandante substituiu Petros por Hudson, de olho no confronto com o CSA, na próxima quinta-feira, pela segunda fase da Copa do Brasil.

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Dois motivos explicam a ausência de Petros: ele tem de cumprir a segunda partida de gancho da suspensão do STJD, pela expulsão contra o Bahia, no Brasileirão, e sentiu um mal-estar ainda durante o jogo contra o Bragantino.

Na quinta-feira, Petros sequer treinou e teve de ir ao hospital para tomar soro. Nesta sexta, o volante também não foi ao campo e ficou no Reffis.

Sem Petros, Dorival escalou o seguinte time titular no treino em campo reduzido: Sidão; Éder Militão; Bruno Alves, Rodrigo Caio e Reinaldo; Jucilei, Hudson e Cueva; Marcos Guilherme, Nenê e Diego Souza.

Os titulares enfrentaram uma equipe reserva escalada com: Lucas Paes; Bruno, Arboleda, Anderson Martins e Edimar; Araruna, Aderllan, Valdívia e Shaylon; Brenner e Tréllez.

Depois da atividade dos principais jogadores, Dorival teve uma conversa particular com Cueva por mais de 20 minutos. O clima entre os dois pareceu bom: em alguns momentos técnico e jogador comentaram sobre o treino. Em outros, riram.




Os titulares foram liberados mais cedo e alguns deles ficaram observando o treino. Outros, como Jucilei e Diego Souza, foram para o vestiário.

O peruano voltou a ser titular na vitória por 1 a 0 sobre o Bragantino e deixou para trás os problemas do começo do ano. Cueva, inclusive, conversou com o técnico da seleção peruana, Ricardo Gareca, nos últimos dias.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!