Publicada em 09/02/2018, às 11:11

Dorival pode atingir marca que foi batida pela última vez por Muricy Ramalho no São Paulo

Caso vença o duelo da próxima quarta-feira, contra o CSA, pela Copa do brasil, técnico alcançará uma marca inatingível desde março de 2015

(Foto: Érico Leonan/saopaulofc.net)

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Pela segunda vez, Dorival Jr está próximo de quebrar um longo jejum no comando do São Paulo desde que chegou ao Morumbi. Vindo de três vitórias consecutivas, o treinador, caso vença o duelo da próxima quarta-feira, contra o CSA, pela Copa do brasil, alcançará uma marca inatingível desde março de 2015, quando Muricy Ramalho ainda estava à frente do Tricolor.

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Na época, o São Paulo acabou superando o São Bento, Ponte Preta, San Lorenzo, este pela Libertadores, e Marília, somando quatro vitórias consecutivas. Ainda assim, não conseguiu alçar voos altos na temporada e teve de se contentar com mais um ano sem qualquer título conquistado.

Em 2017, já sob o comando de Dorival Jr, o São Paulo esteve muito próximo de vencer quatro jogos de maneira consecutiva. Foi na reta final do Campeonato Brasileiro. Depois de superar Flamengo, Santos e Atlético-GO, bastava ao Tricolor levar a melhor sobre a Chapecoense, no Pacaembu, para acabar com o jejum, no entanto, o time catarinense conseguiu sair de campo com um empate em 2 a 2.

Vindo de triunfos sobre Madureira, Botafogo-SP e Bragantino, Dorival Jr, ainda assim, tenta se livrar de uma vez por todas da grande pressão que se instalou no clube neste início de temporada. Para isso, o comandante são-paulino trabalhará duro neste Carnaval para que sua equipe, enfim, chegue à quarta vitória consecutiva. Mais do que o jejum, o resultado é de extrema importância pelo fato de o próximo jogo da equipe ser válido pela segunda fase da Copa do Brasil, contra o CSA, de Alagoas.

Conteúdo publicado originalmente no site Fox Sports

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!