Publicada em 08/02/2018, às 22:35

São Paulo posterga negociação para voltar a contar com Luis Fabiano

Luis Fabiano também parece preocupado exclusivamente com a cura do seu joelho direito, que já havia submetido a outra intervenção cirúrgica, para corrigir um problema no menisco

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O presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, não tem pressa para negociar mais um retorno do atacante Luis Fabiano ao São Paulo. O jogador de 37 anos acertou a rescisão do contrato que mantinha com o Vasco, com validade até o final do ano, nesta quinta-feira e utiliza as dependências do CT da Barra Funda para se recuperar de uma cirurgia no joelho direito.

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“O Luis Fabiano é uma hipótese que não estamos considerando imediatamente”, comentou Leco, após participar de um evento na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF). “Ele está conosco todos os dias, fazendo tratamento, mas ainda tem três meses de reabilitação pela frente. Nesse período, ocorrerá a Copa do Mundo. Então, é um assunto para mais à frente”, acrescentou.

Luis Fabiano também parece preocupado exclusivamente com a cura do seu joelho direito, que já havia submetido a outra intervenção cirúrgica, para corrigir um problema no menisco, em agosto do ano passado. Com salários atrasados, optou por sair amigavelmente do Vasco, que enfrenta problemas financeiros.

“Não seria justo com o clube e com o torcedor vascaíno, que precisaria esperar mais alguns meses pela minha recuperação em um momento tão importante, em meio à Libertadores e ao Campeonato Carioca. Agradeço imensamente à diretoria pela compreensão da minha situação e ao torcedor pelo carinho que dedicou a mim desde a minha chegada. Tenham certeza de que, apesar de a passagem ter sido mais curta do que eu desejava, o Vasco estará sempre no meu coração”, despediu-se Luis Fabiano, em comunicado.

Conteúdo publicado originalmente no site Fox Sports

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!