Publicada em 08/02/2018, às 21:16

Diretor médico do Cruzeiro detalha novo parâmetro para verificar lesões

Clube introduz métodos de controle e prevenção de lesões, além de adquirir equipamentos

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Com menos de dois meses oficialmente no cargo de diretor médico do Cruzeiro, Sérgio Campolina vai implantando, aos poucos, a sua filosofia no departamento médico e fazendo modificações. Na coletiva em que apresentou a parceria com uma empresa de diagnóstico de exame, ele também comentou sobre como está sendo o diagnóstico de atletas.

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Até o momento, nenhum jogador ficou parado por causa de lesão, mas sim por problemas de desconforto muscular ou para fortalecer a parte física, como é o caso atual de Thiago Neves. Sérgio Campolina comentou como está sendo o diagnóstico das lesões.

- Todo mundo sabe que a minha formação é voleibol, rodando com a seleção e o Cruzeiro. O que vejo é a necessidade de condensação de informação. Todo mundo ter o acesso “just in time” (ao mesmo tempo). Outra coisa que eu percebi, em termos de parâmetro de controle. Ou seja, teve uma lesão? Teve. Como a gente vai saber se está evoluindo bem ou não? Aí entra em um dos maiores avanços aqui no Cruzeiro: o controle pela ultrassonografia. O atleta tem uma lesão muscular, nós fazemos um controle dinâmico dessa cicatrização de lesão - disse Campolina, que ainda detalhou sobre como é o passo a passo para diagnóstico.

- Todo dia, o atleta chega, ele faz a avaliação fisioterápica, ele passa no departamento médico, faz o exame de ultrassonografia da região lesionada. Com isso, a gente consegue um parâmetro de como está sendo a evolução biológica dessa lesão: se o hematoma está sendo absorvido, se a lesão está estabilizando, se o edema está melhorando. Assim, não só o fisioterapeuta e o preparador físico ficam mais seguros para continuar ou recuar o trabalho que está fazendo, e até o atleta também se sente melhor assistido. Esse é o diferencial que o nosso clube tem, e poucos clubes no Brasil conseguem fazer. Em relação aos novos aparelhos, nós conseguimos uma nova tecnologia tanto para tratamento, como para prevenção.

Segundo Sérgio Campolina, com isso, o clube também consegue prevenir lesões na Toca da Raposa II.

Os atletas chegam, fazem avaliação como está vindo ao clube. Se a gente descobre um desequilíbrio muscular, estes aparelhos conseguem identificar e individualizar o trabalho. Com isso, o resultado é muito mais interessante. Hoje, essas máquinas conseguem fazer isso. È um pulo do gato que estamos fazendo no nosso departamento. Tam´bem fizemos mudanças físicas. Ela estava defasa Não Ele se sente melhor assistido, poucos no Brasil conseguem fazer isso. Consegumos uma teconlogia mundialmente, qual a condição que ele está vindo ao clube. Esses aparelhos conseguem identificar.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 12:05

Cruzeiro faz força-tarefa para evitar novas lesões e programa volta de Dedé

(Foto: Washington Alves/Cruzeiro)

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Uma preparação especial para evitar novas lesões. O Cruzeiro programou uma série de treinos para fortalecer a musculatura de Dedé e impedir que o atleta volte a sofrer com problemas físicos. No sábado (24), ele deve fazer seu primeiro jogo como titular da equipe desde a recuperação.



Foi comum, sobretudo durante a pré-temporada, vê-lo treinando à parte. O zagueiro foi o único do elenco a treinar todos os dias na Toca da Raposa II. Mesmo durante as viagens do grupo, lá estava o defensor em sua rotina especial.

O foco dos trabalhos foi deixar as articulações dos joelhos mais resistentes. Nos bastidores, há muita preocupação em relação à condição física do atleta. O calvário de lesões de Dedé se iniciou em novembro de 2014. Desde então, ele fez apenas 12 partidas e acumulou problemas nos dois joelhos.

Para evitar que o jogador volte a sofrer com os problemas, Dedé foi acompanhado de perto por Sérgio Campolina, chefe do departamento médico do clube, e Emerson Polimeno, novo preparador físico da equipe. A dupla teve a incumbência de fazer o cronograma de Dedé e também de obrigá-lo a reduzir o ímpeto nas atividades.



"Essa sequência de treino foi até analisada pelos setores de fisiologia, fisioterapia e pelos médicos. Para isso, tive de fazer vários testes. Esse período todo de treinamento foi de muita evolução, me deu muita confiança. Graças a Deus estou treinando sem dor desde que comecei a fisioterapia. Tanto que fui até rápido trabalhar a parte física", declarou.
"No ano passado também estava me sentindo bem, mas tinha desequilíbrio do lado esquerdo. Aí sobrecarregou. E mesmo com o desequilíbrio no ano passado, acho que fiz bons jogos, sendo até eleito pela imprensa como melhor em campo. Mas nessa nova etapa estou me sentindo bem, diferentemente do ano passado", concluiu.

Conteúdo publicado originalmente no site UOL Esporte