Publicada em 08/02/2018, às 18:49

Atletas comentam cobranças por fase do Atlético-MG, mas mostram otimismo

Ricardo Oliveira, Arouca e Erik esperam evolução da equipe, que não tem apresentado bom futebol e empatou, nessa quarta, com o modesto Atlético-AC, na Copa do Brasil

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A torcida do Atlético-MG está preocupada e tem motivos para isso. Nessa quarta-feira, na estreia da Copa do Brasil, o Galo empatou com o modesto Atlético-AC e passou algum sufoco na partida. O fato mais marcante e repercutido após a partida foi a discussão de Oswaldo de Oliveira com Léo Gomide, jornalista da Rádio Inconfidência, de Belo Horizonte. O jogo, portanto, ficou em segundo plano, mas também foi assunto entre os jogadores no desembarque da delegação na capital mineira, na manhã desta quinta.

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Ricardo Oliveira, um dos mais experientes do grupo, reiterou que é um "início de tudo". Início da temporada e início da trajetória do elenco montado pelo Atlético-MG. Ainda assim, ele entende a cobrança do torcedor.

- A gente sabia que não seria um jogo fácil, mas, hoje, as pessoas acabam avaliando o futebol de uma forma muito diferente. Tivemos o exemplo de uma equipe grande que foi eliminada, no caso o Botafogo. Coritiba empatou no finalzinho. Nós conseguimos o objetivo, que era a classificação. Estamos em um início de tudo, né? Um início de tudo. A exigência é muito grande, é normal. Já falei isso quando cheguei, pela camisa que a gente veste. A gente está trabalhando bastante, a gente sabe que as coisas vão acontecer, estamos fazendo o possível para que seja o quanto antes, mas seguimos nessa linha de trabalho, acreditando que as coisas vão melhorar.

Outro experiente do elenco, Arouca também adotou o discurso de paciência, trabalho e otimismo.

- A gente se cobra bastante dentro do grupo, sabemos que precisamos melhorar, mas isso é com trabalho, com tempo. Foi um jogo difícil, sabíamos que seria difícil. A equipe adversária jogou bem. Fizemos o máximo que podíamos. O nosso objetivo era sair com a classificação, e isso foi conquistado. Vamos trabalhar, continuar trabalhando forte como temos feito. Tenho certeza que a equipe vai dar liga, porque tem grandes jogadores, jogadores de qualidade, que querem fazer história no Galo. Tenho certeza que daqui a pouco (o time) vai engrenar, e a gente quer que engrene o mais rápido possível.

O artilheiro do jogo
Erik também falou no aeroporto. Na contramão da tensão e da preocupação naturais em função do momento do time, o sentimento dele é de alegria. Marcou, contra o xará acreano, o primeiro gol com a camisa atleticana, o gol da classificação na Copa do Brasil. O atacante também alegou o cansaço pelas viagens longas que a delegação enfrentou nos últimos dias.

- Dia a dia nosso é de muito trabalho, de muita dedicação. Enfrentamos jogos difíceis, mas estamos em um processo de evolução. Eu estou muito feliz por essa classificação, bastante cansado também. A gente vem de cinco, seis dias fora de casa. Não é fácil. Claro que tem a cobrança do torcedor, isso é normal, mas estou muito feliz pela classificação e por voltar a atuar. Fiquei dois jogos fora. A partida foi muito importante para mim, para aproveitar a oportunidade. Agora é aproveitar um pouco a família, porque sábado tem mais.

Neste sábado, o Atlético-MG encara a Caldense, às 16h30 (de Brasília), no Independência, pelo Campeonato Mineiro.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 09/02/2018, às 11:19

Cuca vira primeira opção do Atlético-MG para a vaga de Oswaldo de Oliveira

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O Atlético-MG já está à procura do substituto de Oswaldo de Oliveira. A ideia do clube é buscar Cuca para a vaga do técnico que foi demitido na madrugada desta sexta-feira (9) na Cidade do Galo.



Campeão da Copa Libertadores da América de 2013 pela equipe de Belo Horizonte, o ex-comandante do Palmeiras já foi procurado por Alexandre Gallo, diretor de futebol, para retornar à cidade mineira.

A ideia é que o treinador feche contrato até dezembro deste ano na Cidade do Galo. Ele é o nome preferido da cúpula para a vaga. Um vínculo mais longo, no entanto, não está descartado.

Abel Braga, hoje no Fluminense, também é um nome que agrada ao presidente Sérgio Sette Câmara e ao diretor de futebol Alexandre Gallo.



A volta de Cuca ao Atlético pode acontecer quatro anos após sua saída. Depois de vencer a Libertadores pelo clube, ele renovou o contrato, mas acabou saindo devido à proposta do Shandong Luneng, da China, onde ficou até o fim de 2015.

O técnico voltou ao Brasil no início de 2016 e conduziu o Palmeiras ao título do Campeonato Brasileiro. Em 2017, ele voltou à Academia de Futebol, mas não obteve o mesmo sucesso e acabou demitido.

Conteúdo publicado originalmente no site UOL Esporte