Publicada em 07/02/2018, às 17:57

Galo está perto de definir construtora e inciar obra do estádio, previsto para 2020

Três empresas estão no páreo para assumir a responsabilidade da construção; o acréscimo de 5 mil lugares será nas arquibancadas, e o projeto quase duplicou o número de camarotes previstos

Foto do projeto do novo estádio do Atlético-MG (Foto: Reprodução/Internet)

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Na noite dessa terça-feira, o Atlético-MG anunciou uma boa notícia sobre o futuro estádio do clube. O projeto, que previa uma arena com capacidade para 42 pessoas, teve um reajuste e, agora, prevê 47 mil lugares. O Galo não precisará gastar mais do que o previsto para ter o estádio maior. A melhor notícia de todas para o torcedor alvinegro, portanto, é que as últimas resoluções para o estádio sair do papel estão em andamento.

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Três construtoras estão no páreo para realizar a obra. A negociação com as candidatas está em fase final, e a definição se aproxima. Além disso, as permissões públicas e licenças também estão evoluindo. O clube e os parceiros acertam todos os detalhes no projeto para que ele seja enviado à Câmara e votado. Tudo indica que a aprovação seja tranquila por lá. Depois disso e após ter todas as permissões necessárias, a obra começa. Sérgio Sette Câmara, presidente do Galo, espera o início dos trabalhos das máquinas para o primeiro semestre deste ano.

Bernardo Farkasvölgyi, arquiteto responsável pelo projeto, diz que é uma projeção otimista, mas possível. Ele garante, ainda, que o prazo para conclusão do estádio (reta final de 2020) segue imutável.

- Ela é otimista do ponto de vista das aprovações legais que são necessárias. Otimista, mas não impossível. A gente pode começar, sim, a fazer algumas coisas preliminares em maio, junho. Não é fácil, mas não é impossível. O prazo para conclusão se mantém para setembro ou outubro de 2020. Houve uma conversa sobre isso com as construtoras, acho que é viável.

E a mudança na capacidade? Como foi possível sem que houvesse aumento de custo? Bernardo explica.

- A gente conseguiu com arquitetura, engenharia. As conversas com os fornecedores também ajudaram muito para reduzir custos. Trabalho muito forte de todos. É um conjunto de pessoas e disciplinas.

Os "novos lugares" foram acrescentados nas arquibancadas superiores do estádio. Além disso, houve, também, uma mudança em relação ao número previsto de camarotes, que quase dobrou.

- Vamos aumentar os camarotes, mas o acréscimo de lugares é nas arquibancadas superiores. A gente estava com 34 camarotes, agora vamos ter 60. Tudo na área já prevista anteriormente para camarotes e lounges. A gente reduz um pouco a quantidade de lounges e aumenta os camarotes.

O projeto

A arena será construída na região do bairro Califórnia, em Belo Horizonte. Ela terá, agora, 47 mil lugares, divididos em 12 setores. São 8.000 lugares destinados para a Geral, 21 mil para a arquibancada, 12.800 entre Cadeiras VIP, Cativas, Camarotes e Lounges.




O estádio está orçado em R$ 410 milhões. Para arrecadar esse montante, o conselho do Atlético-MG aprovou a venda de 50,1% do shopping Diamond Mall para a Multiplan. O clube pretende arrecadar mais R$ 100 milhões com cadeiras cativas e outros R$ 60 milhões com a cessão dos naming rights para a MRV Engenharia, patrocinadora do time.

Elias Kalil, ex-presidente do Atlético-MG na década de 1980 e pai de Alexandre Kalil, mandatário do clube entre 2009 e 2014, dará o nome formal ao futuro estádio do clube.

O projeto do estádio foi aprovado pelo Conselho do Galo no dia 19 de setembro. O próximo passo é o encaminhamento de um Projeto de Lei pela prefeitura para votação na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 18:38

Treino indica titulares do Galo poupados antes de jogo pela Copa do Brasil

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Neste domingo o Atlético-MG enfrenta o Tupi, às 17h, pela Campeonato Mineiro, em Juiz de Fora. Para o duelo válido pela oitava rodada do Estadual, o Galo deve jogar com uma equipe reserva, já que na próxima semana o clube tem compromisso pela terceira fase da Copa do Brasil, contra o Figueirense, em Florianópolis.



Pela atividade realizada nesta sexta-feira à tarde, na Cidade do Galo, o técnico interino Thiago Larghi optou por uma escalação alternativa. O time foi formado por Cleiton, Samuel Xavier, Iago Maidana, Matheus Mancini e Danilo; Arouca, Gustavo Blanco, Tomás Andrade e Cazares; Luan e Carlos.

Além do jogo de ida pela terceira fase da Copa do Brasil, a próxima semana tem outro importante compromisso para o Atlético, o clássico com o Cruzeiro, pelo Campeonato Mineiro.

Com 11 pontos conquistados no Estadual, o Galo tem situação bem encaminhada para se classificar às quartas de final do torneio. Por outro lado, o rival celeste tem 19 pontos, que praticamente tira a equipe alvinegra da disputa pelo primeiro lugar, que dá vantagens nas etapas seguintes da competição.




O Atlético ainda faz mais um treino antes de enfrentar o Tupi. No entanto, como é costume na Cidade do Galo, a atividade vai acontecer sem a presença da imprensa.

Conteúdo publicado originalmente no site UOL Esporte