Publicada em 07/02/2018, às 15:13

Como Cueva e Nenê devem fazer juntos o primeiro jogo como titulares do São Paulo

Após 33 minutos contra o Botafogo-SP, dupla deve começar contra o Bragantino nesta quarta

Provável escalação do São Paulo para o duelo contra o Bragantino (Foto: Reprodução)

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Cueva e Nenê juntos desde o início de um jogo do São Paulo. A primeira vez da dupla como titular deverá ser nesta quarta-feira, contra o Bragantino, às 21h45, no Morumbi. A partida é válida pela sexta rodada do Campeonato Paulista.

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A dupla jogou junta no segundo tempo da vitória por 2 a 0 sobre o Botafogo de Ribeirão Preto, no sábado. Cueva entrou no intervalo, na vaga de Brenner, e o titular Nenê foi substituído por Shaylon, aos 33 minutos do segundo tempo.

A entrada de Cueva na etapa final tornou o São Paulo mais dinâmico e menos estático. Ele e Nenê alternaram algumas vezes o posicionamento entre lado e centro do campo.

Pelos treinos de segunda e terça realizados por Dorival Júnior, no CT da Barra Funda, Cueva vai atuar aberto pela esquerda e Nenê jogará por dentro. Marcos Guilherme continua na ponta direita, e Diego Souza é o centroavante (veja a formação no campinho acima).

A provável formação treinada por Dorival tem três caras novas de 2018: Reinaldo, Nenê e Diego Souza. Os reforços Jean, Anderson Martins e Tréllez ficam no banco por opção da comissão.

A última contratação do São Paulo no neste começo de ano será Valdívia. Ele treina no clube, mas depende de detalhes burocráticos de documentação para ser anunciado.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!