Publicada em 06/02/2018, às 12:16

Entenda como Dorival Júnior deve utilizar Valdívia no São Paulo

Meia-atacante foi contratado para dar velocidade e criatividade ao sistema ofensivo do Tricolor, principalmente pelos lados; opção de jogar centralizado não está descartada

Valdívia deve ser emprestado ao São Paulo até o fim desta temporada (Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG)

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O meia-atacante Valdívia foi um pedido especial do técnico Dorival Júnior à diretoria do São Paulo. Emprestado pelo Internacional até o fim desta temporada, o jogador chega para ser um curinga no sistema ofensivo do Tricolor. Habilidoso, inteligente e veloz, o novo reforço do clube do Morumbi pode atuar tanto pelas beiradas do campo como ser o responsável pela armação das jogadas da equipe, escalado mais centralizado.

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A princípio, o jovem jogador, de apenas 23 anos, deve disputar posição com os jogadores acostumados a jogar pelos lados. Atualmente, Marcos Guilherme é o dono da posição pelo lado direito e o peruano Cueva disputa com Brenner a vaga pelo lado esquerdo. Além do trio, o técnico Dorival Júnior tem uma oferta de meias e atacantes para a função: Paulinho, Cipriano, Caíque e Morato.

A intensão da comissão técnica do Tricolor é de que Valdívia seja um criador de jogadas pelas beiradas. O jogador desempenhou bem essa função em seu começo de carreira, no Internacional, e chamou a atenção do técnico Dorival Júnior. Por ser um bom finalizador e ter facilidade para chegar ao gol adversário, o reforço são-paulino é apontado como o último do clube para este início de temporada.



Depois de contratar Jean, Anderson Martins, Nenê, Tréllez e Diego Souza, a diretoria tricolor em conversa com a comissão técnica entende que o elenco está fechado com a vinda de Valdívia. Apesar do desempenho do meia-atacante no Atlético-MG não ter sido dos melhores, o jogador chega ao clube do Morumbi com a confiança do departamento de futebol. Afinal, o São Paulo concordou em pagar o salário integral do jogador.

Embora seja destro, Valdívia pode atuar pelo lado esquerdo do campo e, ao invés de ir para a linha de fundo e cruzar a bola para dentro da área, o reforço são-paulino pode optar por fazer a jogada por dentro e finalizar ao gol adversário, chutando cruzado.



Além da função – que não necessariamente precisa ser cumprida por um atacante – o jogador pode ser usado como um articulador no meio de campo. A posição normalmente costuma ser exercida por Cueva e o recém-contratado Nenê pinta como uma opção para Dorival Júnior no elenco, mas Valdívia reúne características que o credenciam a jogar no meio, centralizado.

Esta última opção, porém, é a mais improvável para Valdívia. Apesar do São Paulo ter procurado alguns nomes que pudessem substituir o peruano Cueva no elenco, o ex-jogador do Galo é mais incisivo e costuma chegar mais ao gol adversário. Contudo, não possui a facilidade do camisa 10 tricolor para furar as retrancas adversárias e deixar os atacantes na cara do gol.



Conteúdo publicado originalmente no site Lance!

Publicada em 09/02/2018, às 11:11

Dorival pode atingir marca que foi batida pela última vez por Muricy Ramalho no São Paulo

Caso vença o duelo da próxima quarta-feira, contra o CSA, pela Copa do brasil, técnico alcançará uma marca inatingível desde março de 2015

(Foto: Érico Leonan/saopaulofc.net)

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Pela segunda vez, Dorival Jr está próximo de quebrar um longo jejum no comando do São Paulo desde que chegou ao Morumbi. Vindo de três vitórias consecutivas, o treinador, caso vença o duelo da próxima quarta-feira, contra o CSA, pela Copa do brasil, alcançará uma marca inatingível desde março de 2015, quando Muricy Ramalho ainda estava à frente do Tricolor.



Na época, o São Paulo acabou superando o São Bento, Ponte Preta, San Lorenzo, este pela Libertadores, e Marília, somando quatro vitórias consecutivas. Ainda assim, não conseguiu alçar voos altos na temporada e teve de se contentar com mais um ano sem qualquer título conquistado.

Em 2017, já sob o comando de Dorival Jr, o São Paulo esteve muito próximo de vencer quatro jogos de maneira consecutiva. Foi na reta final do Campeonato Brasileiro. Depois de superar Flamengo, Santos e Atlético-GO, bastava ao Tricolor levar a melhor sobre a Chapecoense, no Pacaembu, para acabar com o jejum, no entanto, o time catarinense conseguiu sair de campo com um empate em 2 a 2.

Vindo de triunfos sobre Madureira, Botafogo-SP e Bragantino, Dorival Jr, ainda assim, tenta se livrar de uma vez por todas da grande pressão que se instalou no clube neste início de temporada. Para isso, o comandante são-paulino trabalhará duro neste Carnaval para que sua equipe, enfim, chegue à quarta vitória consecutiva. Mais do que o jejum, o resultado é de extrema importância pelo fato de o próximo jogo da equipe ser válido pela segunda fase da Copa do Brasil, contra o CSA, de Alagoas.



Conteúdo publicado originalmente no site Fox Sports