Publicada em 05/02/2018, às 11:44

Fábio Carille elege Sócrates como ídolo de infância e relembra época de torcedor

Técnico do Corinthians tinha o costume de ver o doutor em campo em jogos no Pacaembu

(Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians)

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Ir ao estádio para jogos do Corinthians é algo que o técnico Fábio Carille fazia já estava acostumado mesmo antes de ser contratado pelo clube, em 2009, como auxiliar técnico. Afinal, na infância, o ídolo dele no futebol vestia a camisa do Timão: Sócrates.

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– Eu tinha 10, 11 anos e morava em São Paulo. Nasci em São Paulo e meu pai me levava muito ao Pacaembu para assistir aos jogos em 1982, 1983. Tinha o Sócrates. Quando falam dessa época, lembro do Sócrates – contou o treinador em entrevista ao programa Madrugada Vanguarda, da TV Vanguarda (afiliada da Rede Globo na região do Vale do Paraíba).

Durante o bate-papo, o treinador falou não apenas de Sócrates e Corinthians. Por exemplo: quem escolheria entre Cristiano Ronaldo e Messi? Pelé ou Maradona?

– Ficaria com os dois (Messi ou Cristiano Ronaldo). Dá para jogar com os dois. Um é mais armador, o outro é mais finalizador. Quero os dois – disse.

– Os dois também (Pelé ou Maradona). Aqui só vou ficar em cima do muro (risos). Pelé, né... Cada um na sua geração. São épocas diferentes. Na época do Pelé, era um futebol sem muito a parte física. Do Maradona, um pouco mais. Hoje, o futebol é realmente intenso – acrescentou.

O comandante também afirmou que tinha outros planos para sua carreira de treinador antes de assumir o Corinthians. Mas tudo foi mais rápido do que Carille esperava. O técnico esperava passar por times menores antes de assumir um clube que brigaria pelos principais títulos do país.

Para Carille, o sucesso rápido se deu pelo fato de ter bons professores: Tite e Mano Menezes, a quem auxiliou antes de ser efetivado. Se em campo, Carille se define como uma mistura dos dois, fora dele, o técnico diz se parecer mais com Tite.

– Em campo, é uma mescla dos dois. Mas no dia a dia, eu sou mais a linha do Tite, porque é meu jeito de ser. O Mano é uma pessoa mais estourada, cada um tem seu jeito. Mas sou mais a linha do Tite, mais a linha do paizão, de saber fazer com calma todas as coisas - afirmou.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 09/02/2018, às 11:28

Júnior Dutra, do Corinthians, volta ao palco de parceria com Marcelinho Carioca

Atacante viveu parceria com o ídolo da Fiel entre 2008 e 2009 no Santo André

Junior Dutra será mantido no ataque do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians)

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O jogo desta sexta-feira, às 19h, no Bruno José Daniel, será especial para Júnior Dutra, do Corinthians. Oito anos depois de deixar o Santo André rumo ao futebol japonês, o atacante volta ao ABC paulista para enfrentar sua primeira equipe profissional pela sexta rodada do Paulistão.



– Tenho um carinho e respeito muito grande pelo Santo André. Consegui ter uma projeção nacional atuando em competições importantes como o Paulistão e a Série A. Aprendi muito lá, o elenco tinha jogadores experientes e pude evoluir.

Um dos jogadores experientes com quem Dutra atuou no Ramalhão foi Marcelinho Carioca, um dos maiores ídolos da história do Corinthians, em seu último ano de carreira profissional, aos 37 anos. Juntos, conseguiram o acesso para a Série A do Brasileiro em 2008. No ano seguinte, não conseguiram evitar a volta do clube para a Segunda Divisão.

– Joguei com o Marcelinho Carioca, que foi meu padrinho no futebol, no Santo André. Eu admirava muito ele, e depois jogamos juntos – citou Dutra, na chegada ao Corinthians.



Goleiro atual do Ramalhão, Neneca fazia parte do elenco em que Junior Dutra e Marcelinho Carioca atuaram. O técnico Sérgio Soares é outro velho conhecido do atacante corintiano.

Depois de deixar o Ramalhão, Dutra partiu para o futebol japonês (jogou por Kyoto Sanga e Kashima Antlers), passou pela Bélgica (no Lokeren), Qatar (no Al-Arabi) e voltou ao Brasil em 2016 para jogar pro Vasco e, depois, Avaí. Aos 30 anos, diz viver o auge da carreira no Corinthians.

– É o maior do futebol brasileiro. Estou me adaptando muito bem, até porque temos uma estrutura espetacular e o time é muito bom, rápido, de toque de bola e que encaixa bem com o meu jogo. Venho conquistando o meu espaço e a torcida tem me apoiado bastante. Quero escrever uma bonita história nesse time que estou realizando o sonho de defender – afirmou.

Ainda sem um reforço para o ataque, Fábio Carille tem dado sequência para Dutra no ataque do Timão. Kazim, que começou a temporada como titular, perdeu espaço e será opção no banco.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte