Publicada em 01/02/2018, às 13:27

O caminho do gol: São Paulo explora lado direito no início de 2018

Tricolor marca três dos quatro gols da temporada com jogadas pelo setor

Marcos Guilherme tem se destacado no começo da temporada do São Paulo (Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

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O caminho do gol do São Paulo tem sido pelo lado direito. Neste começo de temporada, o time de Dorival Júnior fez três dos quatro gols com jogadas criadas pelo setor, em cinco partidas.

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A história se repetiu na vitória por 1 a 0 sobre o Madureira, na última quarta-feira, pela primeira fase da Copa do Brasil.

Pela direita, Marcos Guilherme foi ao fundo e cruzou para Brenner completar. O lance, inclusive, lembrou o gol do próprio Brenner na derrota por 2 a 1 para o rival Corinthians. A diferença é que Éder Militão deu a assistência no Majestoso.

Coincidentemente ou não, Éder Militão e Marcos Guilherme, jogadores que caem pelo lado direito, estão sendo protagonistas. Eles participaram dos quatro gols do São Paulo em 2018.

O lateral deu duas assistências (para Diego Souza, contra o Mirassol, e Brenner, diante do Corinthians), e o ponta soma um gol (Mirassol) e um passe decisivo (para Brenner, contra o Madureira).

Em contrapartida, o lateral-esquerdo Edimar tem sido criticado no início do ano. O jogador foi vaiado pela torcida diante do Madureira, a ponto de Dorival Júnior sair em defesa do atleta. Houve, inclusive, pedidos para Reinaldo entrar.

Classificado para a segunda fase da Copa do Brasil, o São Paulo retorna para a capital paulista nesta quinta-feira. O time enfrentará o Botafogo de Ribeirão Preto, sábado, no Morumbi, pelo Paulistão.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!