Publicada em 31/01/2018, às 11:57

Veja como a Copa do Brasil pode ser o caminho da redenção para o São Paulo

Tricolor jamais conquistou o torneio em sua história e só disputou a final uma vez

Diego Souza, campeão da Copa do Brasil em 2011 com o Vasco, é uma das peças-chave de Dorival Júnior no São Paulo (Foto: Érico Leonan / saopaulofc.net)

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Dos títulos disputados pelos grandes clubes brasileiros, a Copa do Brasil é a única que o São Paulo ainda não conquistou em sua história. Chegou perto em 2000, quando perdeu a final do Cruzeiro, no ano da aposentadoria de Raí. E nesta quarta-feira o Tricolor inicia nova caminhada em busca da inédita taça. Joga contra o Madureira, às 21h45 (de Brasília), em Londrina, no Paraná.

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A competição nacional tem muitos atrativos para o São Paulo neste ano. Depois de lutar contra o rebaixamento a maior parte do Brasileirão do ano passado, o Tricolor está em busca da retomada do seu espírito vencedor. E a Copa do Brasil pode ser um bom caminho para chegar ao objetivo. Tanto na parte técnica quanto na emocional e financeira.

Um lembrete: nas duas primeiras fase, há apenas jogos de ida. O mando de campo é daquele que tem ior colocação no ranking da CBF. No caso desta quarta-feira, o Madureira, que levou o jogo para Londrina atrás de uma renda maior. Em caso de empate, o visitante (São Paulo) avança. Depois, na segunda fase, o empate será decidido nos pênaltis.

Veja abaixo, então, o que torna a Copa do Brasil de 2018 tão especial para o São Paulo:

Conquista inédita

O São Paulo jamais conquistou a Copa do Brasil em sua história. É uma lacuna na galeria de títulos do Tricolor, certamente. Ainda mais porque seus principais rivais estaduais já venceram o torneio. O Corinthians e Palmeiras têm três taças cada um, e o Santos tem uma. Quando o regulamento não permitia que os times brasileiros da Libertadores jogassem a Copa do Brasil, o Tricolor ficou muitos anos sem disputar. Mas desde que voltou a jogá-la, o rendimento não foi dos melhores.

– É tranquila a pressão. Ela me motiva mais – declarou Nenê, apresentado como reforço do Tricolor na última segunda-feira. O meia, porém, ainda não está apto para estrear.

Premiação recorde

A edição de 2018 da Copa do Brasil terá a maior premiação já paga a um campeão do torneio: R$ 50 milhões – o vice leva R$ 20 milhões. Os números, certamente, são mais um atrativo para o São Paulo. O diretor executivo de futebol do Tricolor, Raí, falou sobre isso na última terça-feira. Mas preferiu valorizar também o fato de o time buscar um título inédito.

– Por ser um título inédito e importante, a gana de ganhar é a mesma. A recompensa que é maior – falou Raí, ao ser questionado sobre a premiação milionária.

Tricolor copeiro

Nas conquistas da Libertadores de 1992, 1993 e 2005, o São Paulo sempre colocou medo em seus rivais por ser um time acostumado a mata-mata. Por muitos anos e em outras competições, o Tricolor carregou esse rótulo. Mas os seguidos fracassos em torneios com esse formato e também em clássicos regionais deixaram essa fama menor.

A Copa do Brasil, portanto, é um caminho interessante para tentar recuperar essa força copeira. Veja abaixo o que Lugano disse a respeito:

– Há dificuldades financeiras, mas se ficar forte internamente o São Paulo é um monstro, todos têm medo de quando o São Paulo reage, porque aí vai ter a hegemonia do futebol brasileiro e sul-americano - falou o novo superintendente de relações internacionais do Tricolor.

Principais rivais estão com outro foco

Outro ponto que permite ao time do Morumbi imaginar que a Copa do Brasil pode ser a via de retomada das conquistas é que os principais rivais nacionais, aqueles que estão na Libertadores, só entram na competição nas oitavas de final. Até lá, da primeira à quarta fase, o Tricolor terá pela frente rivais de menor tradição e mais tempo para ficar cascudo no torneio.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 22/02/2018, às 21:23

Usados só um tempo em Itu, Nenê e Diego Souza treinam no São Paulo

No dia seguinte à derrota para o Ituano, os dois foram os únicos titulares na linha que trabalharam no CT da Barra Funda, de olho no duelo de domingo, contra a Ferroviária

(Foto: Érico Leonan/saopaulofc.net)

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No dia seguinte à derrota por 2 a 1 para o Ituano, Diego Souza e Nenê foram os únicos titulares do São Paulo que participaram do treino desta quinta-feira, no CT da Barra Funda. Ambos foram sacados no intervalo da partida dessa quarta-feira e, por isso, foram usado na atividade, fechada à imprensa.



Somente quem atuou por mais de 45 minutos realizou trabalho regenerativo. Por isso, tanto Diego Souza e Nenê quanto Valdívia e Tréllez, que entraram nos seus lugares em Itu, treinaram ao lado dos reservas na tarde, que teve a definição da permanência de Dorival Júnior à frente da equipe.

O clube divulgou que o técnico usou a atividade para enxergar opções de mudança para enfrentar a Ferroviária, no domingo, no Morumbi. O Tricolor tem dois desfalques certos: o volante Jucilei, que teve contratura na coxa direita, e o lateral-esquerdo Reinaldo, suspenso - a tendência é que Petros, que cumpriu suspensão, volte ao meio-campo, e Edimar reapareça na lateral.

Dorival dividiu o grupo em dois times, que se enfrentaram sob exigência de movimentação e trocas rápidas de passes. Na atividade, quem passava da linha na intermediária saía frente a frente com o goleiro e era obrigado a finalizar.



Na manhã desta sexta-feira, com a entrada liberada para a imprensa, o São Paulo volta a trabalhar, de olho no duelo de domingo. No sábado, em treinamento fechado, o time realiza a última atividade antes de tentar a recuperação no Campeonato Paulista - vem de duas derrotas seguidas e é o terceiro time que mais perdeu na competição.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!