Publicada em 31/01/2018, às 15:19

Técnico da seleção peruana virá ao Brasil para conversar com Cueva

Ricardo Gareca planeja chegar ao país no começo de fevereiro para dialogar com meia do São Paulo

Cueva abraça Gareca em treino da seleção do Peru; situação do jogador preocupa (Foto: Reprodução de Instagram)

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O argentino Ricardo Gareca, técnico da seleção peruana, virá ao Brasil para conversar com o meia Cueva, do São Paulo. O encontro fará parte de um giro do treinador por países onde jogam alguns de seus futuros convocados para a Copa do Mundo. Com Cueva, o diálogo será especial.

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Acontece que a situação do meio-campista preocupa a Federação Peruana. O comando do futebol do país está alerta para a possível inatividade de alguns de seus principais jogadores antes do Mundial. É um risco que Cueva corre no São Paulo.

No começo do ano, o jogador irritou a diretoria tricolor por se apresentar com seis dias de atraso para a pré-temporada. Ele alegou compromissos profissionais no Peru. Circularam vídeos do jogador disputando peladas em seu país.

Cueva também se mostrou incomodado por não ser negociado com o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e pediu para não ser relacionado para o jogo contra o Mirassol, em 24 de janeiro.

Na segunda-feira, Cueva teve uma reunião com Leco, presidente do São Paulo, e Raí, diretor executivo de futebol do clube. Na conversa, o peruano se desculpou e prometeu mais comprometimento. Com isso, foi liberado para ser usado pelo técnico Dorival Júnior.

Mesmo assim, o retorno não foi imediato. Ele não foi convocado para o jogo contra o Madureira, nesta quarta-feira, pela Copa do Brasil.

O giro de Ricardo Gareca começa pela Colômbia, onde joga o zagueiro Alberto Rodríguez, do Junior de Barranquilla, e depois segue por Brasil, México e países europeus. Ele também irá ao Rio de Janeiro para conversar com Trauco, do Flamengo.

Com informações são do jornal El Comercio, do Peru.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!