Publicada em 31/01/2018, às 17:05

São Paulo vai faturar com venda de Lucas Moura do PSG para o Tottenham

Jogador chegou ao Tricolor com 13 anos e foi vendido aos 20

Formado no São Paulo, Lucas Moura agora é do Tottenham (Foto: Divulgação/Tottenham)

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O São Paulo vai lucrar com a venda do atacante Lucas Moura do Paris Saint-Germain para o Tottenham, da Inglaterra. Os valores não foram divulgados pelos clubes, mas o jornal francês "L'Équipe" fala em € 28 milhões fixos (R$ 110,5 milhões na cotação atual) mais € 4 milhões em bonificações (R$ 15,8 milhões). Nesse cenário sem os aditivos, como Lucas ficou cerca de sete anos no São Paulo, o Tricolor receberá pouco mais de R$ 3 milhões pela negociação.

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Isso acontece graças ao mecanismo de solidariedade da Fifa. De acordo com a norma, as agremiações que formam os atletas dos 12 aos 23 anos têm direito a receber parte de 5% de futuras negociações. Lucas chegou ao São Paulo com 13 e foi vendido aos 20 anos. Portanto, proporcionalmente, o Tricolor tem direito a 2,75% da transação entre franceses e ingleses, o que resulta em pouco mais de R$ 3 milhões. O pagamento deve ser feito nas próximas semanas.

O São Paulo vendeu Lucas para o PSG em agosto de 2012 por € 43 milhões (R$ 108,34 milhões à época). Ele aparece como a terceira maior venda da história do futebol brasileiro, abaixo apenas de Vinícius Júnior, do Flamengo para o Real Madrid (€ 45 milhões) e Neymar (€ 88,4 milhões).

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!