Publicada em 31/01/2018, às 11:22

Ficam ou saem? O futuro de Carille e Alessandro após a eleição no Corinthians

Timão escolherá novo presidente neste sábado

Fábio Carille e Alessandro são os homens do futebol do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians)

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Atual campeão paulista e brasileiro, Fábio Carille tem futuro garantido no Corinthians após as eleições do próximo sábado, 3 de fevereiro, independentemente do candidato que vença o pleito. Já o gerente de futebol Alessandro Nunes, no cargo desde 2016, tem permanência ainda incerta.

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Em entrevistas ao longo da campanha, os cinco concorrentes ao cargo mais alto do clube garantiram que vão manter o treinador. Concorrem na eleição Andrés Sanchez, Antônio Roque Citadini, Romeu Tuma Júnior, Felipe Ezabella e Paulo Garcia.

Carille tem contrato com o Corinthians até o fim de 2019, com acordo apalavrado para mais uma temporada (até o fim de 2020). Alheio à política do clube, ele seguirá com qualquer presidente.

No caso do gerente de futebol Alessandro Nunes, que também tem o trabalho reconhecido e vem sendo elogiado pelos mesmos cinco candidatos, a maior ameaça ao cargo é a possibilidade de vitória de Andrés Sanchez, candidato da situação.

Contratado como jogador em 2007 pelo próprio ex-presidente, Alessandro viu sua relação com o deputado federal se desgastar nos últimos anos, principalmente em 2016, quando teve Eduardo Ferreira como diretor. A situação pode causar uma troca de comando em comum acordo.

Segundo o site "Uol", o gerente Gustavo Bueno, da Ponte Preta, já teria sido sondado. Sanchez nega o desejo de tirar Alessandro da gerência, mas também não crava a permanência.

– Nós não temos problema nenhum. Agora, eu tenho um jeito de trabalhar, uma maneira... – disse o candidato à "Rádio Transamérica", na terça-feira.

Hoje único responsável pelo departamento de futebol, Alessandro deixou a política de lado para ajudar o presidente Roberto de Andrade e o técnico Fábio Carille no planejamento da equipe no primeiro mês de 2018. Sem o diretor Flávio Adauto, que se afastou, ficou sobrecarregado.

Na segunda-feira, uma publicação de Alessandro nas redes sociais chamou a atenção de torcedores. Nela, o ex-jogador disse que se iniciava uma "semana especial" e afirmou que "o significado é e será de gratidão".

Procurado pelo GloboEsporte.com, o dirigente disse que não se tratou de um sinal de despedida. E afirmou que, além da eleição, o próximo sábado marcará o nascimento de sua filha Valentina.

Com ou sem Alessandro a partir do fim de semana, o próximo presidente nomeará um diretor de futebol estatutário nas primeiras semanas. Trata-se do cargo mais cobiçado no ambiente político.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 09/02/2018, às 11:28

Júnior Dutra, do Corinthians, volta ao palco de parceria com Marcelinho Carioca

Atacante viveu parceria com o ídolo da Fiel entre 2008 e 2009 no Santo André

Junior Dutra será mantido no ataque do Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians)

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O jogo desta sexta-feira, às 19h, no Bruno José Daniel, será especial para Júnior Dutra, do Corinthians. Oito anos depois de deixar o Santo André rumo ao futebol japonês, o atacante volta ao ABC paulista para enfrentar sua primeira equipe profissional pela sexta rodada do Paulistão.



– Tenho um carinho e respeito muito grande pelo Santo André. Consegui ter uma projeção nacional atuando em competições importantes como o Paulistão e a Série A. Aprendi muito lá, o elenco tinha jogadores experientes e pude evoluir.

Um dos jogadores experientes com quem Dutra atuou no Ramalhão foi Marcelinho Carioca, um dos maiores ídolos da história do Corinthians, em seu último ano de carreira profissional, aos 37 anos. Juntos, conseguiram o acesso para a Série A do Brasileiro em 2008. No ano seguinte, não conseguiram evitar a volta do clube para a Segunda Divisão.

– Joguei com o Marcelinho Carioca, que foi meu padrinho no futebol, no Santo André. Eu admirava muito ele, e depois jogamos juntos – citou Dutra, na chegada ao Corinthians.



Goleiro atual do Ramalhão, Neneca fazia parte do elenco em que Junior Dutra e Marcelinho Carioca atuaram. O técnico Sérgio Soares é outro velho conhecido do atacante corintiano.

Depois de deixar o Ramalhão, Dutra partiu para o futebol japonês (jogou por Kyoto Sanga e Kashima Antlers), passou pela Bélgica (no Lokeren), Qatar (no Al-Arabi) e voltou ao Brasil em 2016 para jogar pro Vasco e, depois, Avaí. Aos 30 anos, diz viver o auge da carreira no Corinthians.

– É o maior do futebol brasileiro. Estou me adaptando muito bem, até porque temos uma estrutura espetacular e o time é muito bom, rápido, de toque de bola e que encaixa bem com o meu jogo. Venho conquistando o meu espaço e a torcida tem me apoiado bastante. Quero escrever uma bonita história nesse time que estou realizando o sonho de defender – afirmou.

Ainda sem um reforço para o ataque, Fábio Carille tem dado sequência para Dutra no ataque do Timão. Kazim, que começou a temporada como titular, perdeu espaço e será opção no banco.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte