Publicada em 30/01/2018, às 19:13

Reforços na área: Nenê e Tréllez treinam com grupo do São Paulo pela primeira vez

Meia e atacante trabalham sob chuva no CT da Barra Funda

Nenê treina pela primeira vez no São Paulo (Foto: Érico Leonan / saopaulofc.net)

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Nenê e Tréllez treinaram pela primeira vez com o grupo do São Paulo. Os dois participaram da atividade desta terça-feira à tarde, sob chuva, no CT da Barra Funda.

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Eles, no entanto, não serão relacionados para o jogo contra o Madureira, nesta quarta-feira, pela primeira fase da Copa do Brasil. De acordo com o site oficial, os reforços seguirão a programação da comissão técnica antes de ficar à disposição de Dorival Júnior.

O comandante promoveu um treino coletivo em campo reduzido e fez o elenco praticar cobranças de bolas paradas: faltas e escanteios.

No treino de segunda-feira, Dorival escalou o seguinte time: Sidão; Éder Militão, Rodrigo Caio, Anderson Martins e Edimar; Jucilei, Araruna e Shaylon; Marcos Guilherme, Brenner e Diego Souza. Petros está suspenso (gancho de dois jogos do STJD por uma expulsão contra o Bahia, em 2017).

Tréllez em ação pela primeira vez no São Paulo (Foto: Érico Leonan / saopaulofc.net)



Nenê, Tréllez e o restante do grupo fizeram uma atividade técnica com os auxiliares. O executivo de futebol Raí disse na segunda que Cueva seguirá fora do time diante do Madureira. O presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, comentou sobre a situação do meia, nesta terça.

Copa do Brasil

Nas duas primeiras fases, haverá apenas jogos de ida. O mando de campo será do time de pior colocação no ranking da CBF – no caso, o Madureira, que levou o jogo para Londrina atrás de uma renda maior. Em caso de empate nesta quarta-feira, o visitante (São Paulo) avançará. Na segunda fase, o empate será decidido nos pênaltis.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!