Publicada em 30/01/2018, às 18:15

Diretor do Sport nega dívida de R$ 5 milhões com Flu por venda de Diego Souza

Em entrevista à Rádio Jornal, do Recife, Rodrigo Barros falou que Leão tem carta em que o time carioca aceita receber R$ 1 milhão por negociação do jogador para o São Paulo

(Foto: Marcos Ribolli)

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O diretor de futebol do Sport Rodrigo Barros negou na tarde desta terça-feira que o clube deve R$ 5 milhões para o Fluminense pela venda de Diego Souza ao São Paulo - a cobrança é referente a 50% dos direitos econômicos do meia-atacante. O dirigente explicou o lado do Leão em entrevista à Rádio Jornal, do Recife, citando acerto com diretor Marcelo Teixeira, do time carioca. O clube rubro-negro informou que também emitirá nota oficial ainda nesta terça sobre o caso.

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- Esta notificação do Fluminense nos causou estranheza, não só ao Sport como ao São Paulo. Isso porque Diego Souza tinha adquirido uma carta do departamento de futebol do Fluminense, através do Marcelo Teixeira, em nome do presidente do clube, autorizando a negociação dos 50% do Fluminense. Que o valor cabível era de R$ 1 milhão. Essa carta foi adquirida no final de dezembro. De posse dela, o São Paulo abriu negociação com o Sport. Desde o começo da negciação deixamos claro que todo e qualquer valor seria destinado ao Sport, com o São Paulo se ajustando com o Fluminense ou com eventuais terceiros - disse Rodrigo Barros.

Entenda o caso

O caso é complexo. Ao ceder o jogador ao Sport em 2016, além dos 50% de direito em uma futura venda, o Fluminense acertou uma multa rescisória de R$ 3,2 milhões.

No começo deste ano, antes da abertura das negociações com o São Paulo, o estafe do próprio Diego Souza procurou o Fluminense perguntando qual o mínimo que o clube carioca aceitaria ser compensado caso não conseguisse negociar o jogador por um valor suficiente para cobrir a multa rescisória. Em resposta, o Tricolor definiu tal valor em R$ 1 milhão.

A preocupação era que o contrato de Diego com o Sport terminaria no fim de 2018 e, no meio do ano, ele poderia assinar um pré-contrato com qualquer clube, saindo sem custos. O entendimento do Fluminense é que, mesmo com tal acordo, seguiria tendo direito a metade do valor de qualquer venda em que 50% correspondesse a mais de R$ 1 milhão.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 22/02/2018, às 21:27

Sem sofrer gols há quatro jogos, Júlio César espera manter boa fase no Fla-Flu

Tricolor vive momento de ascensão na temporada

Fluminense vive bom momento na temporada (Foto: Nelson Perez/Fluminense F.C.)

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O Fluminense chega embalado para o clássico contra o Flamengo neste sábado, na Arena Pantanal, em Cuiabá, pela segunda rodada da Taça Rio. O time tricolor goleou o Bangu por 4 a 0 na última quarta-feira, no jogo inaugural do segundo turno do Campeonato Carioca, e chegou à quinta vitória consecutiva na temporada.



Apesar de ter ficado de fora das semifinais da Taça Guanabara (primeiro turno), o Fluminense vem evoluindo no Estadual e os jogadores esperam agora confirmar a boa fase com a vitória em um clássico. O goleiro Júlio César, que não foi vazado nos últimos quatro jogos, falou sobre o bom momento da equipe.

"Os próximos jogos serão difíceis, mas vamos tentar manter essa sequência. A prioridade é, claro, vencer as partidas. Se for possível não sofrer gols, melhor ainda", disse o goleiro.

O lateral-direito Gilberto disse que o time precisa esquecer os outros resultados porque o clássico contra o time rubro-negro não há como apontar favoritos. "A gente sabe que Fla-Flu é um jogo diferente, é um clássico. Então temos que ir focados para fazer um bom jogo. Temos que ter confiança, bastante personalidade para jogar e manter o nosso esquema, que é o mais importante", afirmou.



O volante Jadson acredita que a vitória no Fla-Flu ajuda o time a ganhar confiança em busca do primeiro título na temporada. "O clássico já tem uma rivalidade e uma importância muito grande. A gente tem que focar no nosso trabalho, fazer o nosso melhor e procurar vencer. Traçamos a meta de conseguir coisas grandes esse ano e isso passa por vencer esse tipo de jogo", opinou.

Conteúdo publicado originalmente no site O Dia