Publicada em 26/01/2018, às 10:55

No rodízio do Galo, titulares deixam boa impressão; reservas atraem desconfiança

Enquanto time principal dá resposta positiva, formação alternativa apresenta mais uma atuação ruim e gera questionamentos sobre poderio do banco alvinegro

Valdívia volta a ter atuação apagada pelo Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini/ Atlético-MG)

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O Atlético-MG optou por rodar elenco no começo do ano, uma alternativa para reduzir os efeitos da curta pré-temporada, espremida em função da Copa do Mundo. A decisão serve ainda para uma melhor avaliação do elenco do clube. São apenas três jogos - dois com a formação reserva. Pouco tempo para conclusões. Mas, gradativamente, elementos são absorvidos para análises. Se os titulares deixaram boa impressão na vitória por 3 a 0 sobre o Democrata, os reservas quase nada passaram de positivo. Até agora, atraem desconfiança e questionamentos com o empate sem gols frente ao Boa e a derrota, por 1 a 0, para o Villa Nova.

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A atuação contra o Villa voltou a mostrar um Atlético-MG desentrosado, normal para um começo de temporada, ainda mais com os suplentes em ação. Mas mostrou também um time incapaz de criar minimamente com qualidade. É verdade que o gramado também não ajudou, mas é ruim para os dois times. O Galo reserva não encontrou alternativas para construir jogadas. As poucas chances saíram mais graças à transpiração do que à inspiração.

Se coletivamente os obstáculos eram aguardados, individualmente havia a expectativa de um ou outro jogador chamar a atenção. Afinal, na equipe reserva havia peças como Valdívia, reforço considerado de ponta que chegou ao clube em 2017, mas que até hoje não emplacou. Contra o Villa Nova, Valdívia foi mais uma vez o Valdívia dos últimos meses.

Atletas que voltaram de empréstimo, como Patric, Danilo, Hyuri e Carlos, lembram muito a imagem deixada em suas primeiras passagens. Ou seja, ainda não passam segurança como alternativas para o time titular. Contratado para 2018, o atacante Erik até buscou o gol, mas esteve longe de ser um protagonista do jogo. Outro que tentou foi o volante Gustavo Blanco, além dos jovens Alerrando e Bruno Roberto, atacante e meia dos juniores que ganharam a primeira chance entre os profissionais. O último deixou boa impressão na estreia, mostrando habilidade e despertando curiosidade em relação às próximas atuações.

Como time, o Atlético reserva não funcionou, pelo menos até agora. Como ponte para abastecer a equipe principal, deixou dúvidas, principalmente no torcedor. Mas não se pode descartar a hipótese que peças isoladas funcionem entre os titulares.

Apesar das atuações ruins e dos maus resultados em dois jogos, o técnico Oswaldo de Oliveira mantém o planejamento. Nas próximas rodadas, segue o rodízio. No domingo, contra o Patrocinense, no Independência, é a vez dos titulares.

- Temos um planejamento a seguir. Precisamos de um certo tempo para condicionar todos os jogadores. Vamos seguir o planejamento. A ideia inicial, aproveitando a forma que os jogadores foram se apresentando, seguia até a Copa do Brasil. Faltam duas partidas. Vamos seguir jogando com cada equipe um jogo semanal. Vamos seguir fazendo aquilo que temos planejado, independentemente do resultado do jogo. Temos algo muito maior pela frente. Precisamos ter consciência do que estamos fazendo.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 09/02/2018, às 11:19

Cuca vira primeira opção do Atlético-MG para a vaga de Oswaldo de Oliveira

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O Atlético-MG já está à procura do substituto de Oswaldo de Oliveira. A ideia do clube é buscar Cuca para a vaga do técnico que foi demitido na madrugada desta sexta-feira (9) na Cidade do Galo.



Campeão da Copa Libertadores da América de 2013 pela equipe de Belo Horizonte, o ex-comandante do Palmeiras já foi procurado por Alexandre Gallo, diretor de futebol, para retornar à cidade mineira.

A ideia é que o treinador feche contrato até dezembro deste ano na Cidade do Galo. Ele é o nome preferido da cúpula para a vaga. Um vínculo mais longo, no entanto, não está descartado.

Abel Braga, hoje no Fluminense, também é um nome que agrada ao presidente Sérgio Sette Câmara e ao diretor de futebol Alexandre Gallo.



A volta de Cuca ao Atlético pode acontecer quatro anos após sua saída. Depois de vencer a Libertadores pelo clube, ele renovou o contrato, mas acabou saindo devido à proposta do Shandong Luneng, da China, onde ficou até o fim de 2015.

O técnico voltou ao Brasil no início de 2016 e conduziu o Palmeiras ao título do Campeonato Brasileiro. Em 2017, ele voltou à Academia de Futebol, mas não obteve o mesmo sucesso e acabou demitido.

Conteúdo publicado originalmente no site UOL Esporte