Publicada em 26/01/2018, às 18:15

Cueva fica fora do clássico, e Hudson é novidade; veja lista do São Paulo

Peruano é vetado do Majestoso. Volante se recupera e está à disposição

Cueva treinou nesta sexta no São Paulo, mas está fora do clássico (Foto: Marcelo Hazan)

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Cueva está fora do clássico contra o Corinthians. O peruano foi barrado e não está na lista do São Paulo elaborada pelo técnico Dorival Júnior.

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Ele treinou com o grupo nesta sexta-feira, no CT da Barra Funda, mas segue fora da equipe, depois de pedir para não enfrentar o Mirassol, na última quarta-feira. O Tricolor recusou uma proposta do Al-Hilal, da Arábia Saudita, pelo meia.

O executivo de futebol Raí apontou falta de comprometimento de Cueva com o Tricolor, e o jogador rebateu com sua versão em uma rede social. Depois, ele apagou a postagem e pediu desculpas, em entrevista exclusiva.

Dorival chamou 23 jogadores para o Majestoso. A principal novidade é Hudson, relacionado pela primeira vez. Ele retornou do Cruzeiro e aprimorou a forma física antes de ficar à disposição.

Os desfalques do São Paulo são: o zagueiro Arboleda (aprimora a forma física após sofrer um estiramento no músculo anterior da coxa direita) e o atacante Morato (aprimora forma física após cirurgia no joelho no direito).

O provável Tricolor para o jogo é o seguinte: Sidão; Éder Militão, Rodrigo Caio, Anderson Martins e Edimar; Jucilei, Petros e Shaylon; Marcos Guilherme (direita), Brenner (esquerda) e Diego Souza.

Veja a lista de 23 relacionados do São Paulo:

Goleiros: Jean e Sidão
Laterais: Bruno, Éder Militão, Edimar e Reinaldo
Zagueiros: Aderllan, Anderson Martins, Bruno Alves e Rodrigo Caio
Volantes: Araruna, Jucilei, Hudson, Pedro e Petros
Meias: Lucas Fernandes e Shaylon
Atacantes: Bissoli, Brenner, Caíque, Diego Souza, Marcos Guilherme e Paulinho

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!