Publicada em 26/01/2018, às 17:19

Caíque entra bem nos jogos do São Paulo e revela ordem de Dorival: "Ir para cima"

Atacante da base sofreu pênalti não marcado contra Novorizontino e levou perigo ao Mirassol

Caique entrou bem nos dois últimos jogos do São Paulo (Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)

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Caíque tem sido uma das armas do São Paulo no segundo tempo dos jogos. O ponta revelado na base foi acionado por Dorival Júnior contra Novorizontino (empate sem gols) e Mirassol (vitória por 2 a 0).

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Somando os dois jogos, o atacante ficou pouco mais de 40 minutos em campo, nos quais levou perigo aos adversários. Para isso, segue uma orientação do técnico Dorival Júnior.

– O Dorival é um cara que passa bastante tranquilidade e confiança pra gente, nos apoia muito. Quando vou entrar em campo, ele manda eu jogar solto e ir pra cima dos adversários – disse Caique.

– Fico feliz pela forma que estou entrando nos jogos e rendendo bem, mas é só um começo. Tenho que continuar trabalhando focado para cada vez evoluir mais e dar o meu melhor. Treino forte todos os dias para poder buscar sempre entrar em campo e honrar a camisa do São Paulo.

O atleta de 19 anos deverá ser relacionado para o clássico deste sábado, às 17h, no Pacaembu, contra o Corinthians.

Em 2018, Dorival tem apostado nos garotos da base. No total, sem incluir Rodrigo Caio, são 16 garotos de Cotia. E outros que atuaram na Copa São Paulo de Futebol Júnior também podem subir.

– Estamos buscando nosso espaço no profissional e recebendo muitos conselhos dos mais experientes e da comissão técnica para que possamos ajudar o São Paulo nessa temporada.

Caique tem vínculo com o São Paulo até o fim de dezembro e a partir do meio do ano poderá assinar um pré-contrato com outros clubes.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 23/02/2018, às 13:59

Crônicas do Morumbi: Jardine, o ponto futuro de Dorival no São Paulo

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Dorival não caiu de fato, mas ele ainda comanda a equipe? Segue mantido único e exclusivamente pela posição de Raí, que acredita em uma evolução do trabalho. Leco queria a demissão, no entanto, perder o apoio de Raí pesou para recuar e proporcionar uma sobrevida a Dorival.



A manutenção do técnico pode ser analisada por dois ângulos opostos: uma seria pela honra, o apoio de Raí; outra, pela situação humilhante, com a permanência vinculada ao bom resultado e desempenho na próxima rodada.

Impossível mensurar até que ponto Raí tem real convicção no trabalho de Dorival. A impressão pairante é que o ídolo tricolor segurou Dorival para não deixar a imagem que rapidamente cedeu à pressão das arquibancadas.

Enquanto isso, as luzes dos corredores do Morumbi seguem se apagando à medida em que Dorival caminha. Os refletores miram Jardine, que deverá ser promovido a auxiliar técnico do time principal.



A ascensão de Jardine pela diretoria instaurará uma questão freudiana para Dorival resolver: Além de prazo para mostrar resultado, Dorival aceitará o rebaixamento de seu filho do cargo para ceder espaço ao multicampeão da base?

Como um dia Cláudio Coutinho denominou o overlapping como a possibilidade de se fazer uma jogada sem a bola; nos campos políticos dos clubes, também é é possível construir um novo cenário a partir de uma simples movimentação.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!