Publicada em 25/01/2018, às 16:02

Wagner vê no clássico com Fla boa chance de entrar no clima para Libertadores

Meia afirma que o duelo com o Rubro- Negro envolve a segunda e a quarta maiores potências do Brasil. Pensamento é dar "voto de confiança" para nova diretoria sobre pagamentos em dia

Wagner acredita que clássico contra o Flamengo é oportunidade para mostrar trabalho (Foto: Paulo Fernandes / Vasco)

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Após a derrota por 2 a 1 para a Cabofriense, quarta-feira, em Bacaxá, com um time formado basicamente por reservas, o elenco se reapresentou na manhã desta quinta, no CT de Vargem Grande. Quem iniciou a partida, fez um trabalho regenerativo. O restante disputou um coletivo de preparação para o clássico com o Flamengo, sábado, no Maracanã.

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Martín Silva, com dores musculares, e Erazo, com um trauma no tornozelo, não foram a campo. Ambos, no entanto, devem estar à disposição para encarar o Rubro-Negro. Para o meia Wagner, o duelo com o maior rival será importante para já entrar no clima para o jogo contra o Universidad de Concepción, dia 31, no Chile, na estreia na Libertadores. Claramente a prioridade para os vascaínos.

- Vemos com bons olhos esse clássico, é uma oportunidade boa de mostrar ao que viemos no campeonato. Acho que o Zé vai usar a equipe principal. Precisamos vencer, fazer uma boa partida. Mas o que nos interessa mesmo é na quarta (Libertadores). Não escondemos de ninguém, é o jogo do ano para o Vasco. O clássico será bom para entrarmos no clima de Libertadores - disse meia.

Sobre o clima que antecede um Clássico dos Milhões, Wagner comentou sobre a grande repercussão e afirmou que o duelo envolve a segunda e a quarta maiores potências do Brasil.

- A cidade para. O estado para. Boa parte do Brasil para. Estamos falando da quarta e da segunda maiores potências do Brasil. Nos clássicos que se faz história, que se sai do banco para virar titular, que se renova contrato. É muito bom. Esperamos vencer este primeiro clássico.


Confira outros tópicos da entrevista de Wagner:

Clima diferente no CT do que em São Januário

Lá em São Januário víamos mais correria, sentíamos mais o astral de clássico. Aqui no CT estamos um pouco isolados. Por causa da política, graças a Deus o pessoal nos trouxe para cá. Não nos envolvemos. Agora tem o clássico e estamos treinando em paz, concentrados para fazer um grande jogo.

Possível saída de Nenê

Eu conversei com o Nenê na segunda, e ele disse que não tinha nada, que estava com a cabeça na Libertadores. Mas se o jogador achar que tem que ir, desejo sorte. O que me disse é que ficaria. Fez um bom jogo ontem, marcou o gol. Espero que nos ajude no sábado (contra o Flamengo).

Sobre minha posição, caso aconteça (saída de Nenê), o Zé sabe que posso atuar pelo meio, pelo lado, de volante... Para mim não tem dificuldade nenhuma.

Nova diretoria e pagamento de um mês de salário atrasado

Dinheiro vai entrar no clube. Já pagaram o de novembro e até semana que vem ainda vai sair alguma coisa. Pessoal que entrou está muito disposto a fazer um grande trabalho, está nos tranquilizando. Zé conversou com eles e nos passou. Vamos dar um voto de confiança.

Preparação para o clima de Libertadores

Estamos subindo fisicamente, mas a cabeça tem que estar boa, porque muitos não atuaram na Libertadores. É um campeonato diferente, uma atmosfera diferente, maneira de se jogar diferente, de o árbitro apitar diferente... A porrada come solta, não tem jeito. Vence quem está mais concentrado. Temos que entender isso o quanto antes e entrar firme.

Conhecimendo sobre o Universidad de Concepción

Ainda não passou muitos detalhes, mas está acompanhando. Sabemos que venceram o Boca B. Mas agora o Zé está dando mais ênfase no Flamengo. A partir de domingo, quando viajamos, ele vai conseguir nos passar algo a mais.

Conteúdo publicado originalmente no site GloboEsporte

Publicada em 21/02/2018, às 11:12

Blog do Garone: Defesa do Vasco pode igualar feito do time de 1990 na Libertadores

Quinõnez disputa a bola em jogo contra o Colo-Colo (Foto: Reprodução)

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Acácio, Luís Carlos Winck, Célio Silva, Quiñonez (Marco Aurélio) e Mazinho.



Essa era a defesa vascaína titular na Libertadores de 1990, quando a equipe emplacou quatro partidas consecutivas sem sofrer gols na competição. Feito que poderá ser repetido nesta quarta-feira, em Sucre, na Bolívia, pelo time comandado por Zé Ricardo.

Em três jogos na disputa pela América, o Cruz-Maltino ainda não sofreu gols, e pode igualar a marca de 28 anos atrás caso não seja vazado no duelo desta noite contra o Jorge Wilstermann. Com uma vantagem de quatro gols obtida no Rio, não ter suas redes balançadas é garantia de vaga na fase de grupos.

SÉRIE SEM SOFRER GOLS EM 1980 (Libertadores)



18/04/1990 – Vasco 0x0 Grêmio
24/04/1990 – Vasco 2×0 Cerro Porteño-PAR
27/04/1990 – Vasco 1×0 Olímpia-PAR
08/08/1990 – Vasco 0xo Colo-Colo-CHI

SÉRIE SEM SOFRER GOLS EM 2018 (Libertadores)

31/01/2018 – Universidad Concepción-CHI 0x4 Vasco
02/02/2018 – Vasco 2×0 Universidad Concepción-CHI
14/02/2018 – Vasco 4×0 Jorge Wilstermann-BOL

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!