Publicada em 24/01/2018, às 13:56

Focado, Valencia conta que recusou proposta para manter-se no Botafogo

Chileno está há sete meses no Alvinegro, ainda não marcou gols e vê as críticas aumentarem, mas revela que quer ficar no Glorioso até o final do contrato

Valencia tem 17 jogos pelo Botafogo (Foto: Vitor Silva / SSpress / Botafogo)

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Ele chegou em julho de 2017 sob muita expectativa, ainda não correspondida. Pelo contrário: ele vê a 'corneta' aumentar a cada jogo que não marca. Desde a sua estreia, o chileno Leo Valencia atuou 17 vezes e ainda não balançou as redes. E talvez seja esse sentimento de débito que o faça querer manter-se no Botafogo. O meia de 26 anos quer sair do clube em alta. Em entrevista à Rádio Globo, ele revelou que recuou uma proposta para continuar no clube de General Severiano.

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– Chegou outra proposta para sair, mas sempre fiquei com a cabeça boa, mente forte. Sei que vou me sair bem no Botafogo, fazer meu nome. Estou muito feliz. Tenho contrato de três anos, respeito muito o Botafogo e quero sair bem. Quero ficar, dar meu melhor pelo Botafogo. Preciso jogar e ter confiança. Respeito a instituição e sou muito agradecido. Fiquei no Botafogo porque tenho certeza que vai dar certo, vou fazer o meu nome. Vou lutar e trabalhar para isso – comentou Valencia.

Ainda em busca da primeira assistência e/ou primeiro gol com a camisa alvinegra, ele reconheceu que precisa desencantar, mas destacou: quando este momento chegar, será um tento atrás do outro.

– Preciso desse momento, de fazer um gol. Sonho com isso. Sempre fiz gols nos times que joguei, muitos. Preciso desse momento, mas sei que vai chegar. Fazer o primeiro gol é o mais difícil. Estou trabalhando, depois vão sair muitos outros – garantiu o chileno.

Relação com Jair Ventura e Felipe Conceição

Por fim, ele comentou sobre a relação com o treinador Felipe Conceição e a que tinha com o antecessor dele, Jair Ventura. O atual comandante do Santos deixou Valencia em três jogos seguidos no banco no último Campeonato Brasileiro. E nem entrou no segundo tempo. O chileno disse que se dava bem com Jair e ainda destacou que entende o porquê de não ter tido muito espaço.

– Precisava ter confiança, jogador com confiança é muito diferente. Trabalhar para melhorar dia a dia. Precisava de uma pré-temporada também. Não foi fácil chegar e jogar ano passado. Estou muito feliz agora, tranquilo, com confiança dada pelo Felipe. Trabalhar, melhorar e ajudar o meu time - comentou, antes de finalizar.

– Cheguei na metade do ano, time na Libertadores e Copa do Brasil, não era fácil chegar e jogar. Tinha jogadores que ele confiava. Eu ia para a seleção e voltava, cortou um pouco a mecânica de jogo. Sempre tive uma relação boa com o Jair, trabalhei bem. Voltei da seleção machucado, mas quis retornar rápido - finalizou.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!

Publicada em 22/02/2018, às 18:38

Vem aí o Botafogo 2018 - a segunda tentativa, agora com Valentim

Após oito treinamentos sob novo comando, Alvinegro vai tentar o sucesso que não teve nas primeiras semanas. Se muita ou pouca coisa mudou, poderá ser visto contra o Nova Iguaçu

O meio-campista João Paulo deve continuar como titular no Alvinegro de Valentim (Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

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O Botafogo havia feito contratações, mudou dirigentes e treinador para a temporada 2018, mas chegou a conclusão de que não deu certo. Após pouco mais de um mês de trabalho, jogos e eliminações, Felipe Conceição deu vez a Alberto Valentim no comando da equipe. A primeira partida do novo treinador é nesta quinta-feira. A estreia do Alvinegro na Taça Rio, que será contra o Nova Iguaçu, no Giulite Coutinho.



Valentim herdou um time em crise na relação com a torcida, especialmente por conta da queda na Copa do Brasil, para a Aparecidense. Apresentado na semana passada, ele teve uma semana de trabalhos com os atletas, e acredita que a recuperação da confiança virá com o tempo.

- Falei que tive sorte de ter tido esse tempo todo, oito sessões de treino, para eles me conhecerem mais, e vice-versa. O lado psicológico, quanto mais formos nos entrosando, isso vai melhorar e tudo vai ocorrer mais naturalmente. O grupo gosta muito de trabalhar e fazer o que queremos. O nível de concentração é alto, e espero que isso se repita nos jogos - torce o treinador.

Se o técnico conhece os comandados, a torcida fica na expectativa de como o time vai se comportar em campo, na prática. Os jogadores não revelaram muito das novas instruções táticas, mas algo já é esperado.



- A gente vem se conhecendo ainda. Ainda não deu muito tempo de conhecê-lo bem. A gente reparou que ele quer o time mais compacto - analisou Kieza.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!