Publicada em 23/01/2018, às 15:37

Contrapeso de Ábila pode deixar Cruzeiro com apenas 90 minutos jogados

Apresentado em agosto de 2017, Messidoro foi pouquíssimo aproveitado por Mano (Foto: Cristiane Mattos/Light Press/Cruzeiro)

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Envolvido na negociação que culminou na saída de Ramón Ábila para o Boca Juniors, Alexis Messidoro pode deixar o Cruzeiro depois de quatro jogos e apenas 90 minutos em campo durante seus primeiros seis meses em Belo Horizonte. O provável destino do meia é o Talleres, da cidade argentina de Córdoba.

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Segundo apurou o UOL, o Talleres procurou o Boca Juniors para tentar contrtar o jogador. No Cruzeiro, Messidoro foi pouquíssimo utilizado por Mano Menezes e o treinador, tampouco a diretoria, faria esforços para tentar mantê-lo no elenco. Desta forma, para que Messidoro se despeça da Toca da Raposa, bastará um acordo entre o Talleres e o próprio Boca Juniors.

Messidoro foi o contrapeso da venda de Ramón Ábila para o Boca Juniors. Hoje aos 20 anos, o argentino foi cedido por empréstimo até dezembro de 2018. Contudo, desde que foi apresentado, em agosto de 2017, o meia enfrentou a forte concorrência no setor ofensivo do Cruzeiro e pouco foi aproveitado. O atleta foi utilizado com mais frequência só na reta final do Brasileiro e na Primeira Liga. Ao todo, foram quatro jogos com a camisa celeste e 90 minutos somados dentro das quatro linhas.

Conteúdo publicado originalmente no site UOL Esporte

Publicada em 23/02/2018, às 12:05

Cruzeiro faz força-tarefa para evitar novas lesões e programa volta de Dedé

(Foto: Washington Alves/Cruzeiro)

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Uma preparação especial para evitar novas lesões. O Cruzeiro programou uma série de treinos para fortalecer a musculatura de Dedé e impedir que o atleta volte a sofrer com problemas físicos. No sábado (24), ele deve fazer seu primeiro jogo como titular da equipe desde a recuperação.



Foi comum, sobretudo durante a pré-temporada, vê-lo treinando à parte. O zagueiro foi o único do elenco a treinar todos os dias na Toca da Raposa II. Mesmo durante as viagens do grupo, lá estava o defensor em sua rotina especial.

O foco dos trabalhos foi deixar as articulações dos joelhos mais resistentes. Nos bastidores, há muita preocupação em relação à condição física do atleta. O calvário de lesões de Dedé se iniciou em novembro de 2014. Desde então, ele fez apenas 12 partidas e acumulou problemas nos dois joelhos.

Para evitar que o jogador volte a sofrer com os problemas, Dedé foi acompanhado de perto por Sérgio Campolina, chefe do departamento médico do clube, e Emerson Polimeno, novo preparador físico da equipe. A dupla teve a incumbência de fazer o cronograma de Dedé e também de obrigá-lo a reduzir o ímpeto nas atividades.



"Essa sequência de treino foi até analisada pelos setores de fisiologia, fisioterapia e pelos médicos. Para isso, tive de fazer vários testes. Esse período todo de treinamento foi de muita evolução, me deu muita confiança. Graças a Deus estou treinando sem dor desde que comecei a fisioterapia. Tanto que fui até rápido trabalhar a parte física", declarou.
"No ano passado também estava me sentindo bem, mas tinha desequilíbrio do lado esquerdo. Aí sobrecarregou. E mesmo com o desequilíbrio no ano passado, acho que fiz bons jogos, sendo até eleito pela imprensa como melhor em campo. Mas nessa nova etapa estou me sentindo bem, diferentemente do ano passado", concluiu.

Conteúdo publicado originalmente no site UOL Esporte