Publicada em 22/01/2018, às 19:42

Contratado pelo Cruzeiro, David está longe de atuar com a camisa celeste

Médico da Raposa, Sérgio Campolina, afirma que o atacante está se recuperando bem mas que lesão do jogador só cicatriza em aproximadamente três meses

(Foto: Divulgação)

CLIQUE AQUI e receba notícias do Cruzeiro direto no seu Messenger.

O atacante David, contratação do Cruzeiro para a temporada de 2018, está se recuperando de uma lesão na parte posterior da coxa direita. O jogador fará um exame, nos próximos dias, para verificar se houve evolução na recuperação.

CONTINUA DEPOIS DOS ANÚNCIOS





Aprovado nos exames médicos antes de assinar o vínculo com a Raposa, David ao chegar no clube mineiro, informou sobre a lesão. O médico do Cruzeiro, Sérgio Campolina, no entanto, afirmou em entrevista ao site do Globo Esporte, que a gravidade da lesão era maior do que o que tinha sido informado. O doutor ressaltou também que atualmente o atleta está sem dor na região lesionada.

- Quando ele se apresentou, estava com um desconforto na coxa (direita), por causa da lesão muscular no Vitória. Ele fez uma avaliação inicial no clube dele, o Vitória. Quando ele chegou aqui, como de praxe, o atleta informa uma lesão. Foi feito um aprofundamento, entre aspas, da gravidade com lesão. Viu-se que é uma lesão muscular mais importante do que havia sido informado, mas é uma lesão que, no momento, ele está sem dor nenhuma. Ele está em tratamento fisioterápico, e o que agarrou um pouquinho foi a questão contratual. Para assinar contrato, ele precisa ser aprovado nos exames médicos. Ele foi aprovado, mas tinha a ressalva do tratamento da lesão, que foi o que agarrou um pouquinho - disse o médico cruzeirense.

Na próxima quarta-feira, David fará um novo exame. Caso seja constatado que ele não teve a evolução desejada, o Cruzeiro vai avaliar se devolve o atleta para finalizar a recuperação em Salvador. Entretanto, Sérgio Campolina acredita que o atacante dará uma resposta positiva no exame.

- Muito se falou da lesão, mas ele tem evoluído muito bem, tem respondido bem. O atleta está envolvido no tratamento, tem feito tudo que tem sido orientado a fazer. Então, ele está respondendo bem. Ele continua fazendo os exames periódicos. Essa semana tem um prazo final na quarta-feira, que é o prazo para fazer a ultrassonografia, justamente para perceber se a lesão está tendo uma evolução que a gente tem acompanhado - disse o doutor.

Sérgio Campolina explicou que mesmo com a melhora, David ainda não está liberado para trabalhar no campo. A falta de cicatrização na coxa direita também tem impedido o jogador de fazer um trabalho mais intenso.

- Normalmente, essa lesão tem uma média de 12 semanas para ela estar estável, cicatrizada, que é quando você faz uma transição para o campo. Quando ele estará liberado para o técnico. Geralmente, quando você tem oito semanas, o atleta já está com estabilidade nesse músculo e já progride para um parte física no campo. Então, em 12 semanas, em média, ele está livre para o técnico, caso queira, coloca-lo em condição de jogo. Agora, ele está com seis semanas, vai completar a sétima semana agora.

Conteúdo publicado originalmente no site Lance!

Publicada em 23/02/2018, às 12:05

Cruzeiro faz força-tarefa para evitar novas lesões e programa volta de Dedé

(Foto: Washington Alves/Cruzeiro)

CLIQUE AQUI e receba notícias do Cruzeiro direto no seu Messenger.

Uma preparação especial para evitar novas lesões. O Cruzeiro programou uma série de treinos para fortalecer a musculatura de Dedé e impedir que o atleta volte a sofrer com problemas físicos. No sábado (24), ele deve fazer seu primeiro jogo como titular da equipe desde a recuperação.



Foi comum, sobretudo durante a pré-temporada, vê-lo treinando à parte. O zagueiro foi o único do elenco a treinar todos os dias na Toca da Raposa II. Mesmo durante as viagens do grupo, lá estava o defensor em sua rotina especial.

O foco dos trabalhos foi deixar as articulações dos joelhos mais resistentes. Nos bastidores, há muita preocupação em relação à condição física do atleta. O calvário de lesões de Dedé se iniciou em novembro de 2014. Desde então, ele fez apenas 12 partidas e acumulou problemas nos dois joelhos.

Para evitar que o jogador volte a sofrer com os problemas, Dedé foi acompanhado de perto por Sérgio Campolina, chefe do departamento médico do clube, e Emerson Polimeno, novo preparador físico da equipe. A dupla teve a incumbência de fazer o cronograma de Dedé e também de obrigá-lo a reduzir o ímpeto nas atividades.



"Essa sequência de treino foi até analisada pelos setores de fisiologia, fisioterapia e pelos médicos. Para isso, tive de fazer vários testes. Esse período todo de treinamento foi de muita evolução, me deu muita confiança. Graças a Deus estou treinando sem dor desde que comecei a fisioterapia. Tanto que fui até rápido trabalhar a parte física", declarou.
"No ano passado também estava me sentindo bem, mas tinha desequilíbrio do lado esquerdo. Aí sobrecarregou. E mesmo com o desequilíbrio no ano passado, acho que fiz bons jogos, sendo até eleito pela imprensa como melhor em campo. Mas nessa nova etapa estou me sentindo bem, diferentemente do ano passado", concluiu.

Conteúdo publicado originalmente no site UOL Esporte