Publicada em 12/12/2017, às 21:58

Após sufoco no Mundial, Renato fala em 'honra a camisa' e dispara: "Me orgulho a cada partida"

Grêmio venceu o Pachuca por 1 a 0 na semifinal do Mundial de Clubes

(Foto: Divulgação/Grêmio)

O Grêmio é o primeiro finalista do Mundial de Clubes 2017. O time brasileiro venceu o Pachuca (MEX) com um gol na prorrogação e aguarda o vencedor do duelo entre Al Jazira e Real Madrid, que ocorre nesta quarta-feira (13 de dezembro).

Na saída de campo, o técnico Renato Gaúcho ressaltou a dificuldade de enfrentar o time mexicano e elogiou o desempenho dos jogadores gremistas. “Não tem jogo fácil. Tudo é díficil. O Pachuca e o Grêmio não estão aqui atoa. É uma semifinal de Mundial e todo detalhe é importantíssimo. Mais uma vez a gente conseguiu o objetivo. Chegamos a final e a partir de amanhã vamos começar a pensar no adversário. O mais importante de tudo é que mais uma vez o grupo honrou a camisa, estão de parabéns. A cada partida que eles fazem eu me orgulho ainda mais deles”, enalteceu.

Renato também destacou que os atletas estavam ansiosos no primeiro tempo do duelo. “No início eles estavam um pouco nervosos e não tinham motivos para isso. Nós tínhamos que jogar futebol, tocar a bola. O Éverton na prorrogação foi feliz numa bela jogada e um belo gol. É final de ano, o time tá cansado, mas mesmo assim, eu acho que nós superamos mais um grande adversário e agora vamos pensar na final”, observou o treinador.



Autor do único gol da partida e eleito o melhor em campo, o atacante Éverton está se tornando um predestinado no Grêmio. Apesar de ser reserva, o jogador foi o que jogou mais partidas em 2017. Além disso, na primeiro jogo da final da Copa do Brasil contra o Atlético-MG, em 2016, ele marcou o terceiro gol gremista contra o Galo, deixando o Tricolor mais próximo do título. Contudo, o garoto soube dividir a vitória com o grupo inteiro.

“Já faz algum tempo que eu venho entrando e dando conta do recado, mas também não é só eu. Ficou provado hoje a força do nosso grupo. Quem entrou soube dar conta do recado, soube segurar essa pequena vantagem. Hoje era o jogo das nossos vidas, como foi na final da Libertadores e como vai ser o próximo jogo. Todo jogador sonha com este momento. Alguns atletas têm 30 (anos) ou mais e não sabe quando vai viver este momento novamente. É um momento único que a gente tem que desfrutar e aproveitar”, analisou Éverton.



Assim como Renato, o garoto Éverton destacou que a ansiedade foi a culpada pelo desempenho ruim no primeiro tempo. “A ansiedade estava atrapalhando de jogar e poder chegar na final nos atrapalhou bastante no primeiro tempo. Erramos muitos passes. Mas soubemos controlar a ansiedade aos poucos. Foi passando o tempo e o friozinho na barriga. A gente soube trabalhar a bola e conseguir a vitória de hoje”, finalizou.




Conteúdo publicado originalmente no site Fox Sports