Publicada em 09/11/2017, às 16:07

Pressão por Felipe Melo no Palmeiras pode definir perfil do próximo técnico

Torcida pede Felipe Melo em muro pichado (Crédito: José Edgar de Matos/UOL Esporte)

O muro pichado do Allianz Parque após a derrota do Palmeiras por 3 a 1 para o Vitória, na noite desta quarta (8), em que torcedores pedem que Felipe Mello seja utilizado no time titular faz eco também ao que pensam alguns diretores e conselheiros do clube.

Todos imaginavam que Melo voltaria a ter chance com a saída de Cuca, em meados de outubro, e a entrada do interino Alberto Valentim. Não aconteceu. Em seis partidas com o auxiliar no comando da equipe, Felipe Melo participou de 3 minutos na vitória de 2 a 0 sobre a Ponte Preta, em 19 de outubro.

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No clube avalia-se que uma efetivação de Valentim passa por resultados imediatos. O título brasileiro é praticamente impossível após as derrotas para Corinthians e Vitória, o que faz a vaga direta na fase de grupos da Libertadores a prioridade agora. Mas avalia-se, também, que o treinador precisa escalar os jogadores certos. Sem isso o Palmeiras irá ao mercado, apesar de o preferido, Mano Menezes, já ter acertado a renovação com o Cruzeiro.

Cuca foi criticado, e acabou demitido também por isso, por ter dado pouco espaço a Borja e Felipe Melo. O volante, claro, teve agravante extracampo para ficar fora, ao criticar o treinador até por meio de aplicativo de mensagem. Mas havia críticas por não ter o usado mais antes disso.

Felipe Melo, 34, foi contratado em janeiro como um dos reforços experientes para a campanha da Libertadores. E não custou barato. O salário não é muito acima do padrão atual atual, cerca de R$ 350 mil, mas só de luvas (por assinatura de contrato) o Palmeiras acertou valor de mais de R$ 8 milhões, parcelados até o fim do contrato, em dezembro de 2019. Ele também recebe bônus por cada partida em que entra em campo.

Até agora Felipe Melo fez 29 jogos, com dois gols, a maioria ainda sob o comando de Eduardo Baptista, técnico que começou 2017 no cargo e foi demitido em maio. Cuca assumiu, e Felipe Melo perdeu espaço, culminando em seu afastamento no fim de julho devido às críticas ao técnico.

Cuca acabou o reintegrando, no início de setembro, e o colocou em campo por 17 minutos contra o Bahia, em 12 de outubro, jogo que terminou 2 a 2 e que levou à saída do treinador. Quando Valentim assumiu, os críticos no clube as ausências de Melo e Borja no time esperavam mais tempo dos dois em campo, mas só o colombiano ganhou essa chance — foi titular por três vezes, com três gols.

Fonte: UOL
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