Publicada em 06/11/2017, às 13:29

Derrota complica Atlético-MG na briga por objetivo/obrigação de Libertadores 2018

GloboEsporte.com explica cenários possíveis para o Galo buscar a vaga na edição do ano que vem da competição

Derrota em Santos complicou o Atlético-MG no Brasileiro (Foto: Bruno Cantini / Flickr do Atlético-MG)

Após as eliminações em sequência na Copa do Brasil e na Libertadores deste ano, o discurso dentro do Atlético-MG se resumiu a "tentar de tudo por uma vaga na Libertadores 2018". Após o jogo contra o Jorge Wilstermann, o presidente Daniel Nepomuceno frisou que a sexta participação seguida na competição seria obrigação. Só que cumprir a determinação ficou ainda mais difícil após a derrota de sábado por 3 a 1 para o Santos, na Vila Belmiro.

As contas do Atlético-MG estão cada vez mais apertadas. Se quiser marcar presença na Libertadores pela sexta temporada seguida, o aproveitamento nas últimas seis rodadas do Campeonato Brasileiro terá que ser superior ao do líder Corinthians.

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Além de esperar por uma excelente campanha do Galo até o fim do Brasileirão, a torcida atleticana precisará torcer para que o Grêmio seja campeão da Libertadores e o Flamengo conquiste a Sul-Americana. Os dois times garantiriam, assim, um lugar na Libertadores 2018 automaticamente e abririam uma vaga a mais, transformando o agora G-7 em até G-9.

- Ainda temos chances, são seis jogos, 18 pontos. E é isso que vamos buscar daqui pera frente. Vamos seguir firmes, isso não pode nos desestimular. Temos chance e vamos correr atrás disso - disse o treinador Oswaldo de Oliveira após a partida contra o Santos.

O GloboEsporte.com fez as contas para cada cenário do Atlético-MG daqui até o fim do Campeonato Brasileiro e a briga pela
Libertadores.





Se for G-6...
Caso Grêmio e Flamengo não sejam campeões dos torneios continentais e o Cruzeiro saia do grupo de seis primeiros, serão seis classificados via Brasileirão. O Atlético-MG precisaria de ter quase que 100% de aproveitamento até o fim. Na média dos últimos cinco Brasileiros, o sexto colocado teve 58,6 pontos. Sendo assim, o Galo precisaria conquistar 17 em 18 pontos para chegar a marca de 59, que poderia garantir um lugar no G-6.

Se virar G-7...
No formato atual do Brasileirão, com o Cruzeiro (campeão da Copa do Brasil, por isso tem vaga direta) na sexta colocação, o número de classificados é de sete. De 2012 para cá, a média de pontos do sétimo colocado é de 57,2 pontos. Para chegar nesta marca, o Galo precisaria de cinco vitórias e um empate nos seis jogos que restam. Isso daria um aproveitamento de 88,8%, levando o time a terminar o Campeonato Brasileiro com 58 pontos.

Se virar G-8...
Se Grêmio ou Flamengo vencerem a Libertadores ou a Sul-Americana, respectivamente, o seleto grupo passaria para oito classificados. Nos últimos cinco anos, a média do oitavo colocado é de 54 pontos. Para atingir essa pontuação, o Galo teria que ter um aproveitamento de 72,2% - aproveitamento superior ao do Corinthians, atual líder do Brasileirão. Seriam 13 pontos em 18 por disputar, restando três jogos em casa e três jogos fora.

Se virar G-9...
Esta é a melhor opção para o Atlético-MG atingir o objetivo/obrigação do clube. Com o Grêmio campeão da Taça Libertadores e o Flamengo da Copa Sul-Americana, além de o Cruzeiro entre os primeiros colocados, o Brasileirão teria um G-9, com nove vagas para a Libertadores 2018. Nas últimas cinco edições, o nono colocado teve 52,2 pontos de média. Para atingir 53 pontos, o Galo precisaria 11 pontos até o fim da competição, o que daria um aproveitamento de 52,2% - três vitórias e dois empates ou quatro vitórias.

Fonte: Globoesporte.com
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