Publicada em 12/10/2017, às 20:57

Gilvan comenta relação com nova diretoria e sobre Mano: "Tem tudo para ficar"

Atual presidente do Cruzeiro admite que não vem sendo consultado pela nova administração, mas confia na permanência do treinador

Gilvan de Pinho Tavares, presidente do Cruzeiro (Foto: Washington Alves/ Light Press)

Faltando menos de três meses para encerrar o mandato, Gilvan de Pinho Tavares toma as últimas decisões como presidente do Cruzeiro. Uma delas, provavelmente, será assinar a renovação de Mano Menezes, cujo contrato vai até 31 de dezembro, caso esta venha a se concretizar. O atual mandatário cruzeirense disse, entretanto, não estar participando das conversas para renovação, mas está confiante na permanência do atual treinador.

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O presidente cruzeirense falou após o empate entre Cruzeiro e Coritiba, pela decisão do Campeonato Brasileiro Sub-20, no Independência, nesta quinta-feira.

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- Nós estamos com muita esperança. Temos que esperar ele (Mano) voltar de São Paulo para que a gente possa conversar. Continuo otimista, acho que ele (Mano) tem tudo pra ficar - disse o dirigente cruzeirense.

Gilvan de Pinho Tavares havia, no último sábado, negado ter rachado com o próximo presidente, Wagner Pires de Sá. Entretanto, nesta quinta-feira, confirmou não estar sendo consultado sobre as decisões para a próxima temporada.



- O mandato é meu até o dia 31 de dezembro, quem manda no clube até dia 31 de dezembro sou eu, mas não têm que me consultar (a nova diretoria), não precisam me consultar. Quem vai ter o comando são eles, eles que têm que fazer. Mas não existe nada da minha parte contra a futura diretoria, nenhuma má vontade, nada. Só que quem forma a nova diretoria não sou eu. Eu não vou dar palpite na diretoria futura. Ajudei a eleger, mas vamos ver o que eles vão fazer, o que eles pensam. Se quiserem me ouvir, estou disposto a colaborar, participar, dar palpite. Mas depende deles, não de mim.

Gilvan deixou claro que o distanciamento partiu do grupo de Wagner Pires e não de sua parte.





- Não é que não estão me ouvindo, mas isso é uma decisão da próxima diretoria, não da minha diretoria. Espero que eles venham conversar comigo. Vamos ver o que vão fazer.

Fonte: Globoesporte.com
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