Publicada em 20/03/2017, às 11:34

Derrota incomoda Cavalieri, que vê lição ao Flu antes de clássico com Bota

Goleiro entende que tropeço diante do Nova Iguaçu não deve abalar o Tricolor. Após lesões, reconhece ainda sentir um pouco de falta de ritmo de jogo

Cavalieri retomou a posição de titular após série de lesões no Fluminense (Foto: Nelson Perez/Fluminense FC)

O Fluminense quase não sabe o que é perder em 2017. A derrota para o Nova Iguaçu, domingo, a segunda em 15 jogos, pôs fim à invencibilidade no Carioca. Apesar da escalação reserva, o tropeço diante de uma equipe de menor expressão lançou a dúvida: poderia o resultado abalar o bom ambiente nas Laranjeiras? Diego Cavalieri reconheceu incômodo com o placar de 3 a 1, mas disse que o máximo que o domingo gerarão são lições visando o clássico diante do Botafogo.

Cavalieri entende que o raciocínio deve ser o mesmo das vitórias. Se o time não inflou o ego, não deve se abater. Tem é de aprender com os erros - além dos individuais de Reginaldo e Nogueira, a equipe desperdiçou passes, marcou mal e pouco atacou.

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- Futebol é assim. Como a gente não poderia deixar o ego lá em cima pelos resultados, temos de entender agora. Fomos abaixo. O adversário foi superior e mereceu ganhar. Tem de administrar. Temos de entender os pontos negativos para que sirvam de lição - comentou o camisa 12.

Com cinco jogos nos últimos seis meses, resultado de duas lesões musculares em 2016 e uma torção de tornozelo em 2017, o goleiro começa a ter sequência no time. Atuou nas últimas três partidas. Ele ainda sente falta de ritmo:

- Estou tranquilo, estou bem. Foi um longo tempo inativo, vim de uma pré-temporada e depois parei. Perdi tudo, tive de correr atrás de várias funções do atleta. Estou bem, sinto falta de ritmo de jogo, o que é normal. Machuquei em setembro.





Cavalieri, porém, entende que não falhou no terceiro gol do Nova Iguaçu. Após falta cobrada por Paulo Henrique, o goleiro rebateu. A bola bateu em Nogueira e entrou.

- Eu sabia que era um cara que poderia cruzar ou bater direto. Foi o que aconteceu. A bola estava espremida na trave. Para empurrar ao lado, poderia espalmar para dentro. A bola quicou antes em um campo molhado. A opção que eu tinha era essa. Todos sabem que eu não tenho problema em admitir meus erros, mas acho que foi isso que aconteceu.

Fonte: GloboEsporte
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