Publicada em 16/03/2017, às 19:28

Vaz afirma que faltou matar jogo e diz ter errado só no recuo; Berrío se cala

Para zagueiro, Rubro-Negro criou muitas oportunidades, mas não soube definir; ainda segundo ele, erro na bola parada prejudicou uma atuação que, em sua ótica, foi boa

Rafael Vaz acredita que Flamengo foi bem (Foto: Fred Gomes)

O Flamengo desembarcou no Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira após a derrota para a Universidad Católica, por 1 a 0, no Chile. No saguão do aeroporto do Galeão, o zagueiro Rafael Vaz comentou o revés e sua atuação na partida. Em relação ao rendimento coletivo, acredita que time perdeu de "cabeça erguida"

- Aprendemos que quando tivermos oportunidade temos que aprender matar a partida, porque Libertadores é assim, temos uma ou duas oportunidades no máximo. Perdemos de cabeça erguida. Nosso time correu, mostrou vontade, agora é levantar a cabeça porque não tem nada perdido, ainda tem muita coisa pela frente. Nosso time está preparado agora para aguentar essa carga - declarou.

Para o defensor, em uma auto-avaliação, seu único erro grave na partida foi o recuo que quase resultou num gol do atacante Santiago Silva. Segundo ele, a derrota foi sentida por ser fruto de apenas uma falha.

- Infelizmente eu fui voltar a bola para o Muralha e não olhei antes. Fui infeliz no passe, mas foi só um lance. Foi um lance atípico em que eu não poderia ter errado, mas acontece, estou bem tranquilo. Agora é retomar o trabalho, descansar que no fim de semana já tem jogo. Não foi uma má atuação, se não fosse a bola parada nosso time não perderia o jogo. A não ser a recuada, ao meu ver, eu não cheguei a ter falhas decisivas. Não foi ruim, mas não foi 100% porque não vencemos - disse Vaz.

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Vaz também respondeu as críticas sobre a saída de bola. Considerado um zagueiro técnico e acostumado a lançar bolas, o jogador recorreu a um velho chavão para justificar opiniões contrárias.

- É engraçado. Se a gente tentar dar um chapéu e erra, é culpado. Se a gente dá chutão também é culpado. A gente não sabe mais o que faz para agradar, mas se nem Deus agradou a todos, quem sou eu para agradar? O Zé (Ricardo) pede para sempre sair jogando, não modificar o meu jogo. Estou aqui para segurar as críticas. Jogar fora de casa, na Libertadores, é muito difícil. A gente sabia que seria assim - finalizou.

Questionado se o novo esquema, com três volantes, apresentou dificuldades para o elenco se adaptar, o camisa 3 rubro-negro na Libertadores negou.

- Não, de forma alguma. Nosso time teve muita posse de bola, o que o professor pediu foi feito. Claro que jogar na Libertadores fora de casa é muito difícil, algumas vezes deu certo e em outras não. O professor agora vai ver o que vai fazer, e nós estaremos preparados para fazer o que ele quer.

Berrío em silêncio

Expulso no fim do duelo, o atacante Orlando Berrío desembarcou em silêncio no Rio de Janeiro. A única pergunta que respondeu - com os microfones desligados - foi se a reação violenta que provocou o vermelho teria sido motivada por ato de racismo. O colombiano negou.

A questão surgiu pois Berrío também teve reação explosiva - e foi expulso - na Libertadores passada, quando, com a camisa do Atlético Nacional, alegou ter sido ofendido por jogadores do Rosario Central, em duelo válido pelas quartas de final e que acabou decidido com gol dele e em vitória por 3 a 1.

Fonte: Globoesporte.com
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