Publicada em 09/03/2017, às 21:21

Em casa e com um a mais, Vasco só arranca empate com Vitória no fim

Time baiano, que teve jogador expulso no primeiro tempo, sai em vantagem com gol de Patric, mas cruz-maltinos empatam nos últimos minutos. Cristóvão é hostilizado

Patric comemora seu gol de pênalti ao lado de Gabriel Xavier em São Januário (Foto: André Durão)

Vasco e Vitória fizeram um confronto de Série A em São Januário nesta quinta-feira, em jogo de ida pela terceira fase da Copa do Brasil, e o time da casa, mesmo com um a mais, sofreu para arrancar o empate em 1 a 1 nos acréscimos - os dois gols foram de pênalti, marcados por Patric e Nenê. Houve polêmica no pênalti marcado para o Vasco, em lance aparentemente fora da área. O time de Argel teve Euler expulso no fim do primeiro tempo, mas os cruz-maltinos não conseguiram aproveitar a vantagem numérica e estiveram em desvantagem no placar até os últimos instantes. O técnico Cristóvão Borges foi muito hostilizado, e sobrou até para o presidente vascaíno Eurico Miranda.

Nesta fase, a terceira da Copa do Brasil, os times disputam jogos de ida e volta e, após o saldo de gols, o principal critério de desempate é o número de gols na casa do adversário. Assim, com o empate em casa por 1 a 1, um novo empate em 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis no Barradão, na próxima quinta-feira, às 19h30. Um 0 a 0 dará a vaga ao Vitória, que também se classifica se vencer o jogo de volta. O Vasco passa de fase com empate a partir de 2 a 2, ou se vencer a partida.

O jogo teve bastante movimentação desde o início. A primeira boa jogada foi de Kelvin, que foi fazendo fila logo aos dois minutos mas acabou travado na hora do chute. Aos cinco, Rodrigo teve chance em falta da intermediária, mas isolou. Sete minutos depois, Patrick arriscou do outro lado, mas também sem muito perigo. O Vasco tinha o domínio e, aos 21, Nenê fez grande jogada no lado direito da área e achou Thales livre, mas o toque de cabeça acabou nas mãos do goleiro.

Aos 30, depois de vários passes dentro da área do Vitória, a bola sobrou para Kelvin, que errou a finalização. As resposta, em chute forte de Paulinho pouco depois, foi ainda mais perigosa. Aos 40, Patric conseguiu um lançamento primoroso para Gabriel Xavier, que adiantou demais e facilitou a vida de Martín Silva, na melhor chance do time baiano. Já nos acréscimos, Euler perdeu a bola para Kelvin e depois o atingiu ao levar um drible. Levou o segundo amarelo e foi expulso.

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Com um a menos, o Vitória voltou com Geferson no lugar do atacante Paulinho. O Vasco, em vantagem, foi ao ataque e já começou a etapa pressionando. Aos dois minutos, uma chance incrível. Gilberto cruzou rasteiro e fraco, a bola passou por Kelvin, e Thales, completamente livre, chutou muito mal. Sem muita eficiência do lado cruz-maltino, o Vitória conseguiu equilibrar a partida, que ficou truncada, com o time baiano buscando contra-ataques. Em um deles, aos 14, Kieza colocou Martín Silva para trabalhar.

Se o Vasco não aproveitava, o Vitória conseguiu um pênalti em um lance infantil de Manga Escobar. Ele caiu na área vascaína e, achando que seria marcada falta, deixou a mão na bola. Pênalti que Patric cobrou com categoria: 0 x 1. O Vasco tentou reagir. Gilberto, de cabeça, acertou a trave aos 32. A pressão aumentava, Cristóvão Borges passou a ser muito xingado pelos torcedores, e o Vasco não conseguia volume de jogo para impor pressão ao rival. No fim, um pênalti polêmico, em infração aparentemente fora da área. Nenê cobrou com categoria e empatou: 1 a 1. Mas nada que amenizasse a insatisfação da torcida.

Fonte: Globoesporte.com
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