Publicada em 11/01/2017, às 18:41

De padrinho de casamento a chefe, Tinga reedita parceria com Rafael Sóbis

Dos campos, a amizade entre Tinga e Rafael Sóbis só cresceu, a ponto do ex-volante tornar-se o padrinho de casamento do atacante

Aos 20 anos, Sóbis já contava com o apoio de Tinga para evoluir no Internacional. Fonte: AI Inter

Eles são gaúchos, já rodaram o mundo da bola e fizeram parte da geração bicampeã da América com o Internacional. Dos campos, a amizade entre Tinga e Rafael Sóbis só cresceu, a ponto do ex-volante tornar-se o padrinho de casamento do atacante. E a partir deste ano, a dupla reedita uma nova parceria, agora no Cruzeiro. Aposentado desde abril de 2015, Tinga retorna ao clube como gerente de futebol. No plantel, estará o ex-companheiro de equipe, que agora será liberado de outra maneira.

Em recente entrevista à Rádio Gaúcha, Rafael Sóbis brincou com a situação.

"Como que eu vou olhar para o Tinga sendo meu chefe? Ele foi padrinho do meu casamento, e agora é um senhor que tem que usar terno e gravata. Não pode mais ser menino. Ele vai ter todo o respaldo e vai decolar na carreira", brincou o atacante.

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Brincadeiras à parte, Tinga sabe que não terá que mudar tanto sua postura, já que o perfil de liderança e bom relacionamento com os demais é de longa data, apesar da nova relação profissional.

"Assim como o Sóbis, que conheci novo no Inter e ajudei a estourar e a ser vencedor, a maioria daqui (dos jovens do Cruzeiro) eu vi subir para o profissional. O relacionamento é o mesmo, normal, só que em uma função diferente. Se quando eu jogava ao lado deles, eu já era um cara que muitas vezes dizia 'não', enxergando o melhor para o grupo, não muda agora, mas em uma outra função. As atitudes que tive com eles, serão as mesmas daqui", disse.

Como gerente de futebol, Tinga terá como uma de suas funções fazer a ponte entre o departamento de futebol e a comissão técnica e jogadores. Bem relacionado com os diretores, ele poderá usar sua liderança e experiência também para conversar com os boleiros.

"É melhor ter bons relacionamentos, conhecer bem as pessoas, que não ter. O fato de eu já ter transitado no futebol facilita, mas terei que mostrar isso na prática, como gerente".

Fonte: UOL Esporte
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